sexta-feira, 25 de julho de 2014

[Resenha] Fazendo meu Filme: O roteiro inesperado de Fani

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Olá pessoal! Hoje trago a resenha de mais volume de uma série que não estou conseguindo largar! Estou curtindo cada momento e a autora não ajuda em nada com essa história que gruda na sua cabeça e você não consegue pensar em outra coisa! (mas gruda de um jeito bom viu? :P) Estou quase terminando, mas não quero que esse momento chegue! PODE CONTER SPOILERS PARA QUE AINDA NÃO LEU OS DOIS VOLUMES ANTERIORES!!


Fazendo meu Filme: O Roteiro inesperado de Fani é um livro de Paula Pimenta, publicado pela Editora Gutenberg. Possui 419 páginas. É o terceiro volume da série Fazendo meu Filme.

Fani está de volta ao Brasil, agora com 18 anos, poderá finalmente matar a saudade de sua família e das amigas e esclarecer tudo o que aconteceu no ano anterior com seu grande amor Leo. Mas sua voltar não é tão simples como estava imaginando que seria, voltou com alguns quilos a mais e em seus primeiros dias no país está um pouco "mal situada", respondendo as pessoas em inglês sem perceber.

Por ter passado um ano no exterior, muitos dos amigos de Fani já estão na faculdade, o que a deixa um pouco triste já que está atrás e terá que ralar muito para passar no vestibular. Além desse problema, Fani tem absoluta certeza que quer ser uma grande cineasta no futuro, mas sua mãe tem outros planos para ela que é a advocacia.

Para conseguir recuperar o ano perdido, Fani está no cursinho e com isso está com falta de tempo, o que faz com que ela e Leo tentem ficar juntos o máximo que conseguirem. Por ser apaixonada com os "filmes de amorzinho" Fani quase pira quando Leo não fez o pedido oficial de namoro e ainda não disse "Eu te amo".

"Naquele momento eu prometi a mim mesma que, 
algum dia, eu iria fazer o nosso filme."-pág 84

Em pouco tempo que já está de volta da Inglaterra Fani já está enfrentando novas preocupações, ainda mais que Leo não pode escutar nada da vida dela do ano anterior sem ter um ataque de ciúmes. E ainda tem que aguentar Alberto e Natália envolvidos em seu noivado. 

Fani pode ainda não saber, mas sua vida ainda guarda muitas surpresas para ela no futuro!

"Eu acho que não é possível caber mais amor 
aqui dentro..."-pág 256


Bom, quem ainda não passou, está passando ou vai passar pelo que a Fani passou que atire a primeira pedra! Paula conseguiu reunir todos os sentimentos dos adolescentes e colocar tudo nas páginas dos livros. Todo mundo já deve ter passado por situações semelhantes iguais as da Fani em algum momento da vida.

Eu curti cada momento da leitura, apesar de achar que a Fani chorou mais do que o necessário nesse livro, mas tudo bem, eu gosto dela (; E vem cá, quando que o Leo vai parar de fazer uma (desculpa o linguajar) cagada atrás da outra? Por que meu deus! Só faltou eu entrar na história e enforcar esse menino nos seus ataques de ciúmes quando Christian é nomeado, quando Inglaterra é o assunto! Essas crises são sem noção, se ele ama tanto a Fani não tem que ter desconfiança nenhuma! E o final do livro só fez a minha raiva por ele aumentar, tadinha dela! Fani, você pode ir pro Christian agora tá? Te dou meu total apoio :P

Gabi continua sendo a minha preferida, sempre a amiga que sabe o que dizer em qualquer momento. Ana Elisa também me conquistou, mas tenho tanta pena dela pelo que aconteceu que eu ainda não decidi se é só pena ou se é favoritismo.

Fani ainda vai me matar de tanto rir com sua lerdeza. Todos a sua volta já sacam algo de primeira e ela lá, com todo sua inocência querendo que alguém conte para ela. O melhor foi quando ela já estava a ponto de entrar em desespero querendo saber se estava ou não namorando quando todo mundo fala que sim! 

Outro ponto que ganhou minha admiração foi que os outros personagens puderam ter uma maior participação aqui com as várias trocas de e-mails. Os e-mails grude do Alberto com a Natália quase me deixaram com dor de barriga e a raiva me dominou com os e-mails da mãe da Fani, sério, não queria ter uma mãe desse tipo não! (;

A cada leitura concluida, Paula ganha minha admiração cada vez mais. Nunca me deparei com algum livro nacional que me prendesse igual os dela. Em menos de uma semana já li QUATRO livros de sua autoria! E ninguém nunca tinha retratado o universo adolescente tão perfeitamente nas páginas de um livro igual ela faz, e com maestria se me permite dizer! E não tinha momento melhor para eu ler este livro, pois esse ano é quando vou me formar na escola e é também o ano que vou fazer o ENEM para entrar na faculdade e vira e mexe estou me indentificando com essa turma!

Os livros da Paula transmitem todos os sentimentos bons que um livro pode transmitir, então a leitura é recomendadissíma para todo mundo! E para os meninos que ainda não sabem se lê ou não, podem ler sem o menor peso na consciência, pois o ponto de vista é feminino, as capas podem ter um toque feminino, mas as situações que a Fani passa qualquer um pode passar! Podem ler, eu recomendo demais!! Uma das melhores séries nacionais do estilo que existe, podem confiar (;

"Entrei na sala de embarque me sentindo leve. Aquele filme
tinha terminado. E eu não via a hora do próximo
começar."-pág. 418 



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segunda-feira, 21 de julho de 2014

[RESENHA] Fazendo meu Filme: Fani na terra da rainha

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Olá pessoal! Hoje trago a resenha do segundo livro de uma serie que atualmente não estou conseguindo largar! A série é fofa, a autora é fofa, os personagens são cativantes, efim, Fazendo meu Filme tem de tudo para ser uma das melhores series nacionais que eu já li! PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM AINDA NÃO LEU O PRIMEIRO VOLUME!Com vocês, a resenha:


Fazendo meu Filme: Fani na terra da rainha é um livro de Paula Pimenta, publicado pela Editora Gutenberg. Possui 327 páginas. É o segundo volume da série Fazendo meu Filme.

Fani conseguiu o que mais ansiava, o beijo de seu grande amor, mas nem tudo foi um mar de rosas. Por conta do programa de intercâmbio que ela participa, embarcou em um avião e deixou tudo para trás e foi descobrir uma nova vida na terra da rainha, Inglaterra na cidade de Brighton. Fani irá passar um ano em outro país, mas para isso terá que deixar sua antiga vida no Brasil.

Em seus primeiros momentos na Inglaterra, Fani passa a conhecer sua nova família, a que irá ospedá-la durante todo o ano. Kyle e Julie são seus pais ingleses, Tracy, Tom e Teddy, seus irmãos. Ao ver que Fani está um pouco pra baixo por conta da imensa saudade que ainda tem do Brasil, sua nova família tenta a todo custa fazê-la se sentir em casa.

"Eu sempre ouvi dizer que o inglês britânico era 
mais bonito, mais correto... mas ninguém
                                                                           tinha me dito que era mais difícil!"-pág.21  

Logo Fani começa a trocar e-mails e telefonemas com o pessoal do Brasil, o que faz com que ela sinto pior por dentro além de ficar por dentro de tudo o que acontecendo enquanto ela está fora. Decidida a aproveitar ao máximo sua viagem, ela decide então tentar tirar o Leo um pouco de seus pensamentos. O garoto, achando que está sendo ignorado resolve que não ficará assim então bola um plano para que Fani fique sabendo que ele já esta em outra.

Desesperada, Fani não quer ficar nem mais um segundo na Inglaterra e decide que quer voltar após ter passado somente um mês fora e voltar a ficar com realmente gosta. Claro que ninguém apoia essa decisão, todos querem tirar essa ideia da cabeça dela de uma vez por todas. Com muito custo, Fani resolve continuar em Brighton e ali, acaba descobrindo novas amizades como a de Ana Elisa, a de sua louca irmã Tracy e de Christian, um garoto com uma aparência de um galã de Hollywood que quer algo que vai além além de amizade com Fani.

No meito de tantos acontecimentos, Fani terá que passar por momentos que irá exigir que tome certas decisões que a farão ter todos os sentimentos do mundo, de tristeza a alegria, ter o coração partido diversas vezes, sentir a saudade aumentar e lógico, que farão com que ela se torne independente de um jeito que nuca foi!
"Eu teria que filmar aquela história, quando
já fosse uma diretora de cinema."-pág.92  

  

Bom, viajei para a Inglaterra sem sair de casa! Estou adorando cada momento acompanhando a série, dou risadas junto com os personagens, também fico triste e tem horas que você quer simplesmente matar algum personagem pelas suas atitudes (vulgo Leo :P). Até fiquei com vontade de fazer intercâmbio e conhecer pessoas de outros países também! Os livros da Paula foram os únicos até hoje que o tempo voou enquanto estava lendo, pegava o para ler com o sol ainda brilhando do lado de fora e quando já percebia, o sol já tinha trocado de lugar com a lua!

Em relação aos personagens, conseguimos perceber um pouco do amadurecimento de Fani. Enquanto no primeiro ela era reclusa com seus sentimentos e com pé atrás em algumas situações, neste volume ela continua confusa com o que sente mas é passageiro, logo já sabe o que quer. Ela continua lerdinha, mas eu adoro lerdos! Não tenho nada com o que reclamar, pois para mim as pessoas lerdas são as mais divertidas, então me divirto a beça com ela :P

Sem comentários para o Leo, em algumas partes eu quis realmente entrar para a história só para estrangulá-lo! Como ele pôde fazer aquilo com a Fani??? Mas sem ofensas para o seu fâ-clube, perdi essa vontade no final do livro (: Gabi continua sendo minha preferida, mas agora divide o pódio com a Natália, porque ela é simplesmente a pessoa que não tem juizo nenhum, mas que é bem engraçada. Os novos personagens não ficam para trás, Ana Elisa me conquistou dede o princípio, e eu sempre estava na torcida para que a Fani realmente desse uma chance ao Christian. Sem comentários para a Tracy, adorei ela! 

O que ainda me impressiona são as frases de filmes no inicio de cada capitulo que tem absolutamente tudo a ver com esse determinado capítulo. Paula continua não decepcionando e é sempre uma leitura bem divertida e prazerosa a ser feita. Vale muito a pena! Em menos de uma semana já estava terminando a série! Não quero nem pensar quando terminar o quarto, vou ficar com ressaca da Fani e de sua turma! Ainda bem que tem o Minha vida fora de série para matar a saudade (;  

Eu indico para todo mundo! E tenho certeza que quem pegar para ler, não se arrependerá hora nenhuma! A palavra PERFEITO continua sendo insuficiente para descrevê-lo, o livro vai além do perfeito, não vejo a hora de acompanhar mais um pouco dessa história e só de pensar que estou quase acabando a serie Fazendo meu Filme, o aperto no coração só aumenta! Já falei, mas não custa nada frisar, LEIAM porque vale muito a pena!
"Não havia lugar algum onde eu quisesse estar mais
do que ali, naquele momento."-pág.191


E graças a minha amiga Rafa, agora vou ter uma assinatura por aqui! Olhem só como que ficou: 




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terça-feira, 15 de julho de 2014

Delírio da Lauren Oliver

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Pessoas! Como estão? Eu resolvi resenhar essa trilogia apenas quando eu completasse com todos os três volumes, o primeiro saiu aqui em 2012; o segundo, em 2013; e agora o terceiro saiu aqui no Brasil. Eu li os dois primeiros nos anos de lançamento, mas reli antes de conferir o terceiro para refrescar a memória. Lembrando que o piloto que a Fox filmou para a TV está disponível no canal WIGS, no Youtube. Para quem já leu os livros eu recomendo conferir o piloto, mas para quem ainda não teve oportunidade deixe para conferir assim que acabar de ler a trilogia (#ficaadica). Vamos para a resenha agora! 

 Delírio é um livro da Lauren Oliver, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca. Possui 342 páginas.
 
Em um futuro não distante, o amor é considerado uma doença mortal: o mais fatal dos males. Conhecido como amor deliria nervosa, uma vacina é obrigatória aos 18 anos. A vacina o deixa imune de se importar, de pensar de modo fútil e, principalmente, de amar. Lena Haloway acredita piamente no sistema, acredita que ser curada é o certo e resolverá tudo. A garota acredita que o amor mata, que você pode morrer de amor ou da falta dele. 


"Há sessenta anos o presidente e o Consórcio identificaram o amor como uma doença, e faz quarenta e três anos que os cientistas descobriram uma cura. Todas as outras pessoas de minha família já passaram pela intervenção. Minha irmã mais velha, Rachel, está livre da doença há nove anos. Está protegida do amor há tanto tempo que diz que nem consegue se lembrar dos sintomas [...]" - pág. 07

   Nessa sociedade, meninos e meninas são separados até a cura, não frequentam as mesmas escolas e não podem manter contato físico nem verbal. Toda ação suspeita é interrompida imediatamente e os infratores são levados para uma vacina precoce, tudo para a doença não se espalhar e ficar como antigamente, em que o amor era visto como algo inofensivo e belo. Lena vive com seus tios e suas primas mais novas, Jenny e Grace, sua irmã vive com seu marido e raramente a visita. 

   Lena e sua melhor amiga, Hana Tate, são quase inseparáveis, não importa o quanto digam que depois da cura as duas vão ser como desconhecidas. As duas correm juntas depois da escola, e sempre apoiam a outra. Apesar da diferença de classe social, Lena e Hana não ligam para isso, elas são amigas. A família de Hana é rica, enquanto a de Lena carrega um passado marcante por causa do deliria e não possui muito recursos financeiro. 

   É por causa desse passado que Lena deseja a cura mais do que tudo, ela deseja mostrar que não sucumbirá à doença. A garota só não contava com um detalhe: conhecer Alex Sheathes no dia de sua intervenção. Agora tudo mudou, ela prefere sofrer de amor do que acreditar que o amor é algo letal como dizem. 

"Amor- uma única palavra, algo delicado, uma palavra que não é mais larga ou longa que uma única lâmina. É o que ela é: uma lâmina, uma navalha. Ela corre pelo centro de sua vida, cortando tudo em duas partes. Antes e depois. O restante do mundo cai em ambos os lados." - pág. 237

   Lauren Oliver criou uma história completamente diferente, acho que ninguém nunca imaginou o amor como uma doença igual a ela. A autora criou toda uma história de fundo para sua própria narrativa em sim. Oliver, antes de cada capítulo, colocou alguma citação do sistema que criou como os sintomas e as fases do amor deliria nervosa e cantigas incentivando a cura. E o livro fica mais interessante quando você relaciona todos os sintomas criados por elas com o amor de hoje, que por mim funcionou direito. 

   No primeiro livro a visão de Lena é mais explorada, como ela acredita muito no sistema até o momento em que ela passa a criticá-lo como algo falso e forjado. Mesmo depois de conhecer Alex e se apaixonar por ele, a protagonista não passa a ter uma visão radical de tudo. Lena só passa a ter esse pensamento após descobrir a verdade por trás da morte de sua mãe. 

   Por esse motivo Delírio não possui muita ação ou uma melhor apresentação do mundo distópico de Lauren Oliver. O livro narra a mudança de pensar e agir da protagonista de acordo com seu conhecimento limitado e sua pouca vivência. E por causa desse modo de narrativa que o livro acaba se tornando meio cansativo, apenas nos capítulos finais que a história se torna algo diferente e ágil. 

   Delírio se tornaria uma série de televisão pela Fox, que produziu um piloto com Emma Roberts interpretando a Lena e Daren Kagasoff como o Alex, mas o projeto foi rejeitado pela emissora. Só que, para matar a curiosidade dos fãs, a plataforma Hulu disponibilizou o piloto produzido no site e, para localidades internacionais, no Youtube. E, sinceramente, eu fico feliz pela decisão da Fox. 

   A própria autora explicou que para transfomar o livro em uma série de TV seria necessário mudar e acrescentar algumas coisas, mas mesmo assim ficou corrido, sem noção e mudou completamente algumas coisas que são importantes no primeiro livro. Eu assisti antes de ler o terceiro livro, o que foi decepcionante porque o piloto continha um spoiler do livro.

   Delírio é um início de trilogia razoável, mas que promete algo bem diferente. Apesar do começo lento e sem graça, a narrativa prende o leitor por apresentar algo inusitado e incomum. O leitor percebe a transição feita por Lena: de alguém indefeso que acredita no sistema para alguém que consegue perceber a verdade. Recomendo muito! 

"Instantes, momentos, meros segundos: frágeis, lindos e indefesos quanto uma borboleta voando contra o vento forte" - pág. 109
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

[RESENHA] Princesa Adormecida

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Olá pessoal! Hoje trago mais uma resenha! Dessa vez é de um livro de uma autora nacional, que por sinal já virou uma das minhas favoritas. É uma leitura rápida é bem divertida, além é claro de voltar à infância lendo uma releitura de um dos contos da Disney que deve ter feito parte da vida de todo mundo! Vou deixar para falar mais daqui a pouco, com vocês a resenha!


Princesa Adormecida é um livro de Paula Pimenta, publicado no Brasil pela Editora Galera Record. Possui 192 páginas.

Anna Rosa Lopes mora com três tios, o Florindo, o Fausto e o Petrônio, que por sinal são bastante protetores e sempre cuidaram de Anna com muito amor e carinho. Anna perdeu seus pais em uma acidente quando tinha cinco anos, mas essa história não é a verdadeira. Anna Rosa na verdade é Áurea, e seus pais estão vivos e são parte de uma família real de um pequeno país da Europa.

Para protegerem a filha, a mandaram para morar no Brasil com seus tios por conta de uma ameaça que receberam logo que a menina nasceu, ela seria perseguida e sequestrada por Marie Malleville, uma antiga amiga de seu pais que foi contra o casamento.
"Durante muito tempo eu apenas imaginei como 
seria a sensação de estar apaixonada..."-pág.35.

Áurea chega ao Brasil e passa a adotar o nome de Anna Rosa. Desde os onze anos de idade estuda em um colégio só para meninas, está sempre acompanhada por suas grande amigas e nunca teve nenhum tipo de contato com algum menino. Por serem muitos protetores, seus tios nunca a deixam sair e com isso ela se sente diferente de suas amigas, já que todas podem sair nos finais de semana. Mas em seus aniversário de 16 anos Anna recebe um grande presente, suas amigas a levarão para sair escondida!

Desde aquela noite, a rotina de Anna mudou completamente. Passou a receber mensagens de um garoto misterioso, era para fazer o que os tios sempre ensinaram de que nunca deveria conversar com estranhos, mas o modo que aquele rapaz conversa com ela a faz se sentir diferente, uma sensação boa e inexplicável e decide continuar com as trocas de SMs. Anna Rosa pode não saber, mas ela nasceu com um destino que foi escrito especialmente para ela!
"-Rosa, como é estar apaixonada?
-Não sei. Mas isso que eu estou sentindo é uma euforia louca
 que me dá vontade de sair  dançando pelos corredores da escola... 
Mas ao mesmo tempo esconde uma tristeza sutil, que parece morar
no lugar mais fundo do coração. E isso tudo me faz rir e chorar,
por ser tão bom e tão dolorido ao mesmo tempo. Dá pra entender?"-pág.78


Bom, estou na minha fase de ler os livros da Paula Pimenta. Planejei começãr a temporada com o Princesa Adormecida, mas voltei atrás e decidi começar com Fazendo meu Filme mesmo. Gostei muito do FMF e com este felizmente não foi diferente. O livro pode ser um pouco previsivel para quem é atento aos detalhes, mas para aqueles que como eu não são, o final pode literalmente te pegar de surpresa. E é uma surpresa boa hein!

Durante minha leitura, me diveti em cada página do livro. Anna Rosa nasceu para ser uma princesa, ela é dócil, amável, amigável, meiga e por assim dizer, bem apertável também :P Ela é o tipo de pessoa que sabe dar a sua opinião, mas que sabe escutar a das outras pessoas também. Ela é quem vai nos contar sua história e do jeito que narra, nos prende cada vez que viramos uma página e quando percebemos, já estamos terminando o livro! Clara é a melhor amiga que todos queriam ter, está disposta fazer de tudo para ajudar seus companheiros!

Agora vou falar um pouco do garoto que vive trocando mensagens com Anna Rosa, o Phil. Confesso que logo de cara não gostei dele, já estava prevendo que não ia dar certo. Continuei com esse pensamente até na metade do livro e que só fui simpatizar com a cara do sujeito no final, mas apesar dos apesares, ele e a Anna Rosa se merecem (; Para Áurea seus tios podem ser bem sufocantes, mas qualquer um que estivesse no lugar deles, não fariam nada de diferente. Eles, pesar da superproteção, fazem de tudo para que Anna fique mais segura e sinta que alguém está ali para amá-la não importa o que acontecer.

Vale frisar de que a arte do livro não fica para trás. A capa em si chama a atenção de qualquer um, a diagramação está de tirar o fôlega, sem falar das partes em que possui as trocas de SMs, bilhetes e com os artigos de jornal. Além é claro, de ter uma incível história como miolo! Leitura imperdível, vale a pena!!
"Então era isso...No próximo semestre eu definitivamente ia trocar a aula
de canto por teatro. Precisava de um curso de interpretação urgente, pra
não deixar que o mundo inteiro percebesse qualquer mudança no meu 
temperamento"-pág.107.
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terça-feira, 24 de junho de 2014

[RESENHA] A 5ª Onda de Rick Yancey

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Bom dia pessoas! Hoje trago minha segunda resenha aqui no blog, é de um livro que li recentemente e que gostei bastante. Será adaptado para os cinemas com a Chloe Moretz no papel principal. A 5ª Onda é o primeiro de uma série de ficção/invasão alienígena, ele estava parado na minha estante por um tempinho mas eu o tirei na TBR Jar e ele saiu da lista de não lidos. Confiram a resenha!

  A 5ª Onda é um livro de Rick Yancey, publicado pela Editora Fundamento. Possui 367 páginas. É o primeiro livro da série A 5ª Onda.
 
   Cassiopeia, mais conhecida como Cassie, acredita ser a última sobrevivente depois de um ataque extraterrestre. Por esse motivo ela guarda um diário de viagem, pois acredita que quando alguém fica sozinho por muito tempo acaba perdendo a sanidade. Nesse diário, ela escreve desde sua paixonite dos tempos escolares, Ben Parish, até a vida solitária nesse novo mundo.  

"Porque, se eu for a última, então eu sou a Humanidade.
E se essa for a última guerra da Humanidade, então eu sou o campo de batalha."-pág. 88

   Os ataques alienígenas são separados por ondas: a 1ª causou o apagão das luzes, todas os aparelhos eletroônicos pararam de funcionar, os carros não andavam mais e os aviões que estavam no ar simplesmente caíram; a 2ª provocou o desaparecimento das cidades costeiras, grande ondas marítimas engoliram tudo e todos nessas cidades beira-mar; a 3ª trouxe a praga, conhecida mais como a Pestilência. Vinda dos pássaros, matou cerca de 97% de toda a população mundial; a 4ª fez com que ninguém confiasse em ninguém, conhecida como Silenciador, ela matava quem quer que tenha restado das Ondas anteriores.   

   Sua mãe fora levada pela peste, mas junto a seu irmão e o pai Cassie encontra abrigo em um campo no meio da floresta. Porém, em um dia seu irmão é levado em um ônibus cheio de crianças por soldados e seu pai acaba morto por um deles. Cassie é a única sobrevivente desse campo, lugar que achava ser seguro. A regra da quarta é onda é clara: não confie em ninguém. 

   "Ela lhe disse para partir. Deixá-la para trás. Ela ia mesmo morrer. Ela não era mais importante. Importante éramos Sammy e eu, manter-nos em segurança, pensar no futuro e agarrar-se à esperançade que amanhã será melhor do que hoje."-pág. 46

   É andando sozinha por aí que Cassie acaba conhecendo Evan Walker, um jovem misterioso e atraente que a ajuda depois de ela levar um tiro na perna. Os dois então ficam abrigados na antiga casa da família de Evan, até Cassie melhorar para poder resgatar seu irmão Sammy. A garota acreditava que permanecer sozinha era permanecer viva, mas acabou encontrando Evan, que desperta um turbilhão de sentimentos em Cassie. Será que esse garoto que mora sozinho em uma casa de fazenda, que enterrou a própria família por causa da peste, é tão confiável quanto parece? A 5ª Onda está apenas começando. 

"-Entendi tudo errado - Evan continua. - Antes de achar você, pensei que a única forma de me manter inteiro era encontrando um motivo para viver. Não é assim. Para continuar inteiro, é preciso encontrar alguma coisa pela qual se está disposto a morrer."-pág. 228

    A 5ª Onda é um livro extremamente surpreendete, tirando os plots previsíveis e o início morno, Rick Yancey conseguiu criar um suspense em sua história. Desde o motivo da Chegada dos Outros (como são chamados por sua protagonista), o que espero que seja revelado no próximo volume, até o destino de seus personagens, alguns meio óbvios mas outros simplesmente inacreditáveis. 

   O livro é narrado por diferente pontos de vista, o que me pegou de surpresa e me confundiu um pouco, mas logo que o leitor se acostuma, vai percebendo que o autor criou um jeito de narrar diferente para cada personagem. E eles acabam se encontrando em certo ponto do livro, de um jeito de prender o fôlego. 

   O autor criou um mistério envolvendo o objetivo do Outros, o porque de matar o humanos nessas ondas se não fazem nada no Planeta ou o porque de atacarem em meio das ondas.  A história, como muito livro adolescente, não foca muuuito na relação dos personagens, ela foca mais na ação mesmo, como os protagonistas estão sobrevivendo em meio ao caos alienígena. A 5ª Onda possui inúmeras cenas fortes, narradas com extremo detalhismo, que não poupa o leitor. Por isso os leitores mais jovens poderão se assustar um pouco, além da linguagem do livro ser mais robusta. 

   Cheio de reviravoltas inacreditáveis, suspense e de personagens fortes e marcantes, crianças tentando sobreviver, A 5ª Onda é um livro e tanto para quem curte o estilo. Rick Yancey escreve de uma maneira espetacular e eu estou aguardando ansiosamente o próximo livro da série e espero que outros livros do autor sejam lançados por aqui. Não percam a incrível narrativa o autor, LEIAM JÁ! 

"- Eu sou um tubarão, Cassie - ele fala devagar, arrancando as palavras como se estivesse falando comigo pela última vez. Fitando-me com lágrimas nos olhos, como se estivesse me vendo pela última vez. - Um tubarão que sonhou ser um homem."-pág. 288
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quarta-feira, 18 de junho de 2014

[RESENHA] Fazendo meu Filme: A estreia de Fani

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Olá pessoal! Depois de de ficar muito tempo sem postar resenha (eu Raphael rsrs), hoje trago a resenha de um livro que eu demorei bastante tempo para ler e que me arrependo por isso. Todos a minha volta elogiavam o livro, acho que até hoje nunca ouvi nenhum comentário negativo sobre. Mas isso eu conto daqui a pouco, com vocês a resenha :


Fazendo meu Filme: A estreia de Fani é um livro de Paula Pimenta, publicado pela Editora Gutenberg. Possui 336 páginas. É o primeiro volume da série Fazendo meu Filme.

Estefânia Castelino, ou somente Fani, tem 16 anos e é uma simples garota de Belo Horizonte. Gosta de filmes, bem possessiva com sua coleção de DVDs, inteligente e adora passar seu tempo com seus amigos, principalmente Gabi e Leo, que são seus melhores amigos desde que se mudou de colégio. Fani está no segundo ano do Ensino Médio, adora Biologia, mas não é por qualquer motivo não, possui uma quedinha por seu professor!

Basta colocar as palavras cinema, filme e sair em uma única frase Fani não pensa duas vezes antes de aceitar o convite. O cinema é seu lugar preferido de estar, logo depois de sua casa, pois ela faz parte daquele grupo de pessoas que adora ficar quietos em casa assistindo a um bom filme. Mas Fani tem as amigas que também adoram arrastá-la para as festas e tirá-la de casa sempre que possivel, até porque não veem o lado de Fani que curte ficar em casa ao invés de sair.

Seus pais são muito participativos em sua vida. Sempre estão ali querendo o melhor para a filha. Fani e Natália, uma das amigas dela, são amigas desde a infância, eram sempre muito unidas, as melhores amigas, mas com o tempo se afastaram por serem de salas diferentes no colégio. Mas por sorte, Fani é da mesma sala de Gabi e Leo, estão sempre trocando bilhetinhos durante as aulas e estão sempre unidos. Gabi e Fani apoiam uma a outra em qualquer situação, mas Gabi está a todo custo colocar na cabeça de Fani que Leo possui sentimentos que vão além de amizade em relação a ela, mas por sua paixão pelo professor Marquinho, Fani insiste que isso é invenção da cabeça de Gabi.
"E foi naquele momento que eu caí na real e entendi o que é que eu tinha feito com a minha vida..."-pág.106
Mas tudo está para mudar na vida de Fani para sempre. Sua mãe colocou na cabeça que seria bem que Fani fizesse um Intercâmbio, seria uma oportunidade única em sua vida e seria bom para seu futuro. Se conseguisse ser aprovada na prova, essa oportunidade se concretizaria. Mas o que Fani viu com essa história toda de passar um ano fora foi um Leo que a cada dia se mostrava mais distante e mais próximo da pior pessoa da sala que ele deveria se aproximar, Vanessa, a menina mais patricinha que Fani já viu!

Fani nunca viu Leo com outros olhos além de amizade, mas todos a sua volta insitem que ele sente algo mais por ela e com tudo que está acontecendo ela percebe que com esse distanciamento dele, a cada dia que passa a saudade que sente de suas brincadeiras aumenta e em consequencia disso, seus sentimentos em relação a ele mudam. Como toda essa história de Intercâmbio, amizade, amor, escola, familia, etc. Fani irá ter seu esperado final feliz?

""O final vai ser feliz?", ele perguntou, com aquele sorriso mais lindo do mundo.
"Final?", eu disse. "Acho que a felidade vai ser no começo, no meio, e 
de final é o que eu menos quero saber, por mim não 
precisa terminar!""-pág. 326




Bom, como eu dizia ali em cima, como que eu demorei esse tempo todo para poder ler esse livro? Todos que eu conheço e que já leram a série sempre elogiavam e recomendavam para que eu lesse, mas sempre tive um pé atrás por ser um livro que para mim aparentemente era uma livro "para meninas". Mas até em dia o pensamento ou a frase de alguem que já falou veio na minha cabeça, de que "livro é livro, foram feitos para serem lidos, não importa por quem e não tem que ser classificados, livro é livro!", convenhamos que veio tarde, mas enfim, finalmente resolvi deixar esse preconceito rídiculo sair da minha cabeça e comprei para ler. Não me arrependi nem de ter comprado, nem de ter lido, somente do meu antigo pensamento de que "tal livro é para meninas", "tal livro é para meninos". Como a frase que eu escrevi ali mesmo diz que livro é livro, ler quem quer! Agora eu não estou classificando nenhum livro, leio o que eu quero e nem julgo as pessoas mais por lerem algum livro. Você lê o que quiser, não importava qual livro seja, o que tal pessoa acha, e essas baboseiras, se você gosta, LEIA! Mas encerrando esse assunto, vamos ao que achei do livro! rsrs

Paula Pimenta escreveu um livro que PERFEITO seria pouco para descrevê-lo. Ela juntou, coisas de adolescentes, filmes, romance, música e deu tudo muito certo! Temos citações de filmes nos momentos certos, as músicas certas, manias de adolescentes certas, enfim, tudo certo para a história! Só não me fez chorar porque sou um pouco difícil para isso :P

Os personagens parecem que foram feitos sob medida. Fani é um pouco lerda, enquanto todos já descobrem algo logo de cara, ela ainda está ali sem entender nada, mas apesar disso, você nunca consegue se cansar dela. Gabi é aquele tipo de pessoa que pensa em tudo, sabe o que tem que fazer em qualquer momento e sempre apoia seus amigos, está sempre ali para ajudá-los. E o Leo, que apesar de ter momentos que tive vontade de dar um soco na cara dele, mas aí vem os motivos por tais atitudes dele e depois ele volta a ser um cara legal (mas cá entre nós, ele e a Fani combinam super bem ;) ). Esperava que Priscila aparecesse mais, mas nos poucos momentos que apareceu, pude notar que é uma boa pessoa.

Os filmes escolhidos por Paula, as músicas, tudo se encaixou perfeitamente no enredo e combinou muito bem com os personagens. Fazendo meu Filme foi um dos poucos livros, senão o único, que eu me peguei rindo em voz alta, gargalhando sem parar. Os demais sempre dou um sorrisinho e nada demais. Mas com esse livro, eu pude me divertir bastante e dar boas risadas! Além de ser uma leitura de uma sentada só! É uma leitura rápida e deliciosa e com certeza já entrou para a minha lista de livros nacionais favoritos!

Um outro ponto positivo do livro para mim, foi o fato de a história se passar em Belo Horizonte, que é a cidade onde moro. Não tive dificuldades de imaginar os personagens em alguns cenários por já conhecer. Foi o primeiro livro que ambientado em lugares conhecidos e eu gostei muito da experiência. Por fim, recomendo a todos! Se você gostou ou se interessou pela história, leia sem vergonha, sem medo! Você não irá se arrepender.
"Esses horóscopos... se dependesse deles, todo mundo 
seria feliz para sempre!"-pág. 173
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terça-feira, 17 de junho de 2014

[FILME] A CULPA É DAS ESTRELAS

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   Olá pessoal!! Tudo bom com vocês? Como quase todo mundo, eu já estou de férias devido à grande Copa do Mundo, mas não tenho lido muito ou assistido muita coisa. Esses dias estou mais estudando para o ENEM mesmo rsrs. Mas hoje, finalmente, trago minha opinião sobre a adaptação do sucesso do John Green. 

  Como toda adaptação cinematográfica, os fãs sempre ficam com medo de alguma coisa: se os atores se parecem com os personagens, se o filme vai ser bem trabalhado ou se a essência da história será levada para as telonas de uma forma positiva. Por possuir uma fã base enoooorme, ACEDE tinha tudo para dar errado, desde agradar os inúmeros fãs até quem iria conhecer a trama de Hazel e Gus pela primeira vez. 


    Ao contrário de outras adaptações, A Culpa é das Estrelas trata de um tema um tanto quanto delicado, o câncer. Acrescente isto à lista de coisas que o filme poderia pecar: levar para as telas de uma maneira horrenda a leveza da narrativa do autor. Mas não foi o caso. Mesmo. 

    Desde o início, o filme avisa aos espectadores sobre o tema: uma história fora dos padrões. Narrado por Hazel, assim como o livro, a película apresenta de uma forma quase que natural seus personagens, desde a própria protagonista até seu escritor predileto. 

 E não se enganem: a essência da história de Augustus Waters e Hazel Grace está presente em todos os momentos do filme. Talvez seja o fato de o próprio John Green ter acompanhado as gravações, mas de alguma forma toda a produçao conseguiu transportar as características de todos os personagens das páginas para a tela. Ansel Elgort personificou seu personagem, ao contrário de Divergente, em que ele passa longe de ser o Caleb dos livros, aqui ele captou o Gus do livro e o levou pessoalmente para frente das câmeras. 
  

  A protagonista não fica atrás, só um pouquinho hehe, Shailene Woodley pode ter feito um trabalho meio pobre como Tris Prior, também em Divergente, mas como Hazel ela levou para a tela desde sua chatice do início até o amadurecimento de sua personagem. As más línguas disseram que sua atuação seria ruim, mas a garota conseguiu, de uma forma esplêndida, mostrar do que é capaz. 
 

    Os coadjuvantes roubaram a cena. Desde Isaac, com seu humor negro, até os pais de Hazel com sua super proteção, destaque para a mãe, que possui um papel com maior aparições. Assim como Isaac, Peter Van Houten aparece pouco, mas consegue deixar sua marca após sua primeira fala. Para quem viu sem conhecer a história, esses dois personagens podem ter sido os mais marcantes. 

   
O diretor, Josh Boone, realizou um incrível trabalho. Sua direção pode ter sido recheada de inúmeras façanhas cliches, como começar filmando os pés dos atores logo após a cena de sexo, mas essas mesmas façanhas tornou o filme mais leve e mais fácil de ser assistido. O que mais me marcou foi o truque que ele realizou nas cenas de Hazel esperando o telefonema de Gus, os jogos de câmeras ficaram incríveis naquela sequência. 

    A trilha sonora, com Ed Sheeran e Birdy, também não deixou a desejar. Mas como muita adaptação por aí, poucas músicas tocaram durante o filme e isso foi um ponto negativo para mim. Com tanta música boa para certos momentos do filme e nem tocaram. Outras tiveran meros segundos de glória, como Not About Angels da Birdy. A música tinha o potencial certo para emocionar uma sala inteira do cinema e apenas um trecho foi mostrado. #nãocurti hehehe 

    A Culpa é das Estrelas rendeu bons frutos, pelo menos eu apenas vi comentários positivos em relação ao filme. Resumindo, nunca tinha saído de uma sala de cinema satisfeito com uma adaptação de algum livro que gosto, nem Jogos Vorazes ou Em Chamas me deixou satisfeito. Mas ACEDE conquistou um merecido lugar como uma das melhores que já vi, senão A melhor. Enfim, se ainda não conferiu, vale MUITO a pena. Se já, veja novamente, quantas vezes puder 😝. 
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