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terça-feira, 10 de junho de 2014

[TAG] Book Shuffle Tag

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Olá pessoas!! Semana passada prometi uma resenha do filme de A Culpa é das Estrelas, mas ainda não estou totalmente preparado (acho que preciso assistir mais uma vez), então resolvi fazer minha primeira TAG aqui do Leituras com o SNSD e escolhi a Book Shuffle porque eu a achei beeem divertida e simples de fazer. Eu vi no canal do Eduardo, o Perdido nos Livros, pela primeira vez e depois em mais um tanto, mas eu não sei quem criou. Basicamente você coloca o player do celular do modo aleatório e conforme as músicas forem saindo, escolhe um livro que tem a ver com a música. Vamos lá?

1- SAVE THE DAY da Selena Gomez: foi complicado porque eu não tenho quase nenhum livro com a temática da música, mas aí veio A Culpa é das Estrelas e resolveu o problema hehehe. Não tem muito a ver com a letra em si, mas em algumas partes me fez lembrar da história de Hazel e Augustus. 



2- Ribs da Lorde: beem mais complicada que a primeira, tive que olhar a tradução para poder escolher um livro para essa música rsrsrs. E lendo me veio à cabeça Starters da Lissa Price principalmente nesse trecho: "This dream isn't feeling sweet We're reeling through the midnight streets And I've never felt more alone It feels so scary getting old" e mais em outros, mas esse foi que me fez escolher a distopia que fala sobre uma guerra que dizimou os adultos dos Estados Unidos e agora o idosos mais ricos alugam corpos dos jovens para poderem fazer o que não podem mais. 
 


3- Pompeii do Batille: lembrei de Harry Potter rsrs, mas não de qualquer um. Lembrei do último por motivos óbvios que a letra da música lembra demaaais hehe. Primeiro lembrei de Pompei mesmo, mas como é um fato real e não um livro, HP veio e ficou no lugar. O trecho: "And the walls kept tumbling down In the city that we love Gray clouds roll over the hills Bringing darkness from above" me lembrou bastante a batalha de Hogwarts, que apesar de não ser especificamente uma cidade, todos amavam aquele lugar. 
 

4- Once Upon a Dream da Lana Del Rey: me lembrou logo de cara O Sonho de Eva do Chico Anes, em que uma empresa constroi um equipamento que 'brinca' com os sonhos das pessoas. Tem uma parte, muito pesada por sinal, em que um cara usa esse dispositivo para fazer sexo com a personagem principal, tudo dentro de um sonho. E essa música tem uma parte muito parecida com a passagem do livro. 
 
5- Let Her Go do Passenger: me lembrou um pouco A Seleção, com toda aquela história do Aspen e da America antes da ida dela ao Palácio, que só depois ele percebeu que a amava e foi atrás dela como guarda para tentar reconquistá-la. Mas só nesse aspecto, porque o livro não tem muito a ver com a música não hahaha. 
  
Bom, foi isso. Espero que tenham gostado das minhas escolhas. Acho que semana que vem vou trazer mais uma TAG para vocês, mas ainda não decidi hahaha.
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terça-feira, 3 de junho de 2014

[RESENHA] A Escolha de Kiera Cass

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Olá pessoas!!! Minha primeira postagem como colunista do Leituras com o SNSD é a resenha de um dos últimos livros que li e que fecha uma trilogia para lá de viciante. E para compensar a falta do post da semana passada, amanhã sai minha opinião sobre o filme A Culpa é das Estrelas. Hoje tem a pré aqui em BH e eu vou!!!! rsrsrs super ansioso. Confiram agora minha opinião sobre o último livro da trilogia A Seleção, A Escolha. SE VOCÊ NÃO LEU OS LIVROS ANTERIORES, ESSA RESENHA PODE CONTER SPOILERS!!!

   A Escolha é um livro de Kiera Cass, publicado no Brasil pela Editora Seguinte. Possui 352 páginas e é o último volume da trilogia A Seleção.  
    
   Restam apenas as garotas da Elite: America, Celeste, Kriss e Elise. Maxon Schreave, o príncipe de Illéa, parecia certo em escolher America. Porém, as outras Selecionadas conquistaram um espaço no coração de Maxon e agora nada mais parece certo. 

    Aspen, o ex-namorado de America e agora um dos inúmeros guardas do castelo, acentua mais a dúvida da protagonista em relação aos seus sentimentos. America simplesmente não consegue se decidir entre o guarda ou o príncipe. Por mais que seus sentimentos por Maxon mudaram durante a estadia no Palácio, ela nunca deixará de amar Aspen, seu primeiro e grande amor. 

    Outro grande fator, e obstáculo, na relação de America e Maxon é o próprio pai do príncipe, o rei Clarkson. O monarca odeia a garota e a considera a pior das piores opções para o filho, pois ela não possui nenhuma conexão fora do castelo e não gostar do sistema das castas. Além de America desaprovar o modo como o rei reage aos ataques rebeldes. 

    America precisa ter certeza de tudo para ter um futuro promissor: seus sentimentos por Maxon, se tornar a futura princesa de Illéa e, acima de tudo, se ela está preparada para uma vida No Palácio. 

    Ao contrário dos livros anteriores, A Escolha nos presenteia com uma ação política muito maior e mais forte. Os ataques ao Palácio, a forma de lidar com os chamados rebeldes e o motivo de tanto descontentamento são pontos fortes no desenrolar da narrativa. 

    Como toooodo livro infanto-juvenil, o triângulo amoroso sempre está presente também. Eu, particularmente, odeio quando isso acontece: tudo cheio de mimimi, a menina não decide qual "escolher" porque ama os dois... Enfim, America ainda está levemente indecisa nesse livro, mas ela finalmente escolhe, apenas não sabe botar para fora seus sentimentos. 

    Um dos pontos positivos em A Escolha é a relação entre as Selecionadas, todas amadureceram em muito pouco tempo e estão mais digeríveis. Apenas em algumas partes, como o início, que elas voltam com as intrigas e a leitura volta a ficar infeliz. Como o início: os primeiros capítulos são tão sem noção que eu tive dúvidas se tinha comprado/pego o livro certo. 

    Maxon é um dos personagens mais bem construídos durante toda a trilogia, você o entende perfeitamente desde o início: ele sabe quem escolher desde o primeiro dia, mas enrola a Seleção com medo de ser rejeitado e mantém as garotas no Palácio como um "plano reserva". Mas com America é diferente, ele a mantém ali para ela ter certeza de seus sentimentos e os dois ficarem juntos. 

    Como todo bom livro, A Escolha possui reviravoltas incríveis. Em uma delas, eu tive sérias dúvidas sobre o desfecho da trilogia. Em outra, fiquei boquiaberto com a audácia da autora. É nessas reviravoltas que somos apresentados à novos personagens, uma jogada interessante de Kiera Cass, que conseguiu manter a narrativa fluída e sem exagerar nos altos e nos baixos. 

    O final é super corrido e inacreditável. Sem spoiler, posso dizer que há mortes, formação de novos casais, muuuuita ação por parte dos rebeldes e inúmeros jogos políticos envolvidos. Tirando as suas imperfeições, A Escolha é um ótimo desfecho para a trilogia e cumpre com o papel de segurar o leitor até o último ponto final. Se você ainda não leu, leia. E se você já finalizou a leitura, me conte o que achou. 
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sábado, 13 de julho de 2013

[RESENHA] A Seleção

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Bom dia pessoal! Tudo bom? Hoje trago a vocês a resenha de um livro que foi muito comentado ultimamente. Eu gostei muito do livro, é bem interessante, só vi resenhas positivas sobre este livro. Eu ainda não tenho, li emprestado, mas com certeza eu vou tê-lo na minha estante (rsrs) Confira a resenha.


A Seleção é um livro de Kiera Cass, publicado pelo Brasil pela Editora Seguinte, selo da Cia. das Letras em 2012. Possui 360 páginas. É o primeiro livro da série A Seleção.
Os Estados Unidos não existem mais, após um conflito conhecido como 4ª Guerra Mundial, o país é agora chamado de Estado Americano da China, que depois deu origem ao país chamado Illéa. Neste país, a população é dividida de acordo com suas classes sociais, onde são distribuídas em castas. As castas de 1 a 4 possuem melhores condições de vida. Ja da 5 em diante, as condições de vida não muito boas.

America Singer é uma 5, ou seja, a casta dos artistas. Seus dois irmãos mais velhos saíram de casa, deixando toda a responsabilidade de ajudar a família em cima de America. Ela tenta fazer de tudo para ajudar sua família e seus irmãos mais novos, May e Gerad.  America namora Aspen Leger, um 6. Os dois namoram escondidos a dois anos, já que a mãe de America não aceitaria que ela casasse com alguém de casta inferior.


A Seleção está chegando, um programa que o governo criou onde trinta e cinco garotas entre 16 a 20 anos de todas as castas podem se casar com o príncipe e se tornar uma 1, e mais para a frente, a rainha. Esta é a grande oportunidade de America, uma 5 linda e cheia de talentos. Sua mãe está eufórica, insistindo para que sua filha se inscreva, mas America não quer participar do concurso, quer ficar com Aspen, mas ele também quer que ela se inscreva, pois o orgulho dele não permitirá que ele case com ela, pois podem passar fome, frio, etc. Ele apenas quer que ela tente.

America aceita se inscrever, mas tem absoluta certeza que não será escolhida. Mas quando anunciam as Selecionadas, America está entre elas. Ela se vê em um verdadeiro pesadelo e em uma grande oportunidade de sua família melhorar de vida, já que o palácio manda cheques para as famílias das selecionadas, ao mesmo tempo. Mas para isso, ela terá que deixar sua família, Aspen em troca de ir viver no palácio com o príncipe Maxon e com as demais concorrentes.

Ao chegar ao palácio, America tem certeza que o Príncipe Maxon não é uma flor que se cheire. Ela quer ser eliminada logo e voltar para sua vida normal, mas conhece o príncipe, o verdadeiro príncipe e percebe que ele não é o que ela pensou que fosse. Ela percebe que quanto mais tempo ficar no palácio, mais sua família pode ficar melhor. A competição começa, de repente, America se vê envolvida demais nela para sair agora.



Bom. como que disse ali em cima, eu gostei bastante do livro, vi muitos comentários positivos sobre ele e concordo com todos. A história de Kiera é bastante envolvente, não é possível largar o livro até que termine, literalmente. Eu achei a história bem inovadora, apesar da divisão de castas ser bem parecida com as divisão de distritos em Jogos Vorazes. Mas em A Seleção, as castas ficam tudo junto e misturado, onde um 5 pode viver no meio de um 2, já em Jogos Vorazes, os distritos são bem separados.

Além desse fator que achei bem em comum, os jogos são bem parecidos com a seleção, mas as semelhanças terminam aqui, já que a Capital criou os Jogos Vorazes para mostrar aos demais distritos quem é que manda, A Seleção foi criada para dar esperança as castas inferiores. Jogos Vorazes possui bastante ação, mas A Seleção possui bastante romance.

Eu gostei bastante da America, já no inicio se mostra forte, uma jovem com bastante personalidade, bem determinada, mas eu não gostei do envolvimento dela com Aspen. O cara é muito orgulhoso para o meu gosto. America tenta agradá-lo, mas ele não aceita. Eu não gostei nada de Aspen. Mas em compensação, eu gostei muito de America e Maxon juntos, a relação dos dois é bem engraçada e interessante ao mesmo tempo. Logo de cara percebemos que ela é a favorita dele.

Outros personagens me deram nos nervos também, comecei gostando e depois odiei, como Celeste, que está disposta a tudo para conseguir o amor do príncipe, ou melhor a coroa. As outras candidatas não recebem muito destaque, mas as que ganham, umas são bem legais e outras são insuportáveis. Mas o livro em si é bem bacana, bem viciante e vale a pena conferir. Indico para qualquer um, mesmo que não goste da capa ou da história, todos merecemos uma segunda chance! (rsrs)

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