quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Eu nunca.... - Semana 2

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Oi gente! A semana 2 do desafio "52 semanas de TOP 5" está no ar e o tema é: Eu nunca....  Semana 2/52



1-Fiquei um ano da minha vida sem ter cachorro em casa
Eu já nasci com cachorro pequeno em casa, desde então nunca fiquei sem um animalzinho correndo e brincando pela casa. Sempre que eu perdia um amiguinho, alguém me dava outro de presente. Eu amo cachorros, na verdade qualquer tipo de animal domesticado e os não peçonhentos e perigosos. Cachorros são tão companheiros que eu não consigo imaginar eu viver sem um ao meu lado.







2-Viajei internacionalmente
Amo viajar, mas paixão e dinheiro são coisas que não estão andando lado a lado para mim ultimamente. Se dependesse de mim já teria dado a volta ao mundo cinquenta vezes. A vontade é muita e com certeza só vai crescer e quando eu viajar para outro país não vou mais parar em casa! Meu sonho é conhecer vários países e inclusive morar em um país diferente por um tempo na minha vida. Mas quem sabe né, hoje estou pobre mas amanhã posso ganhar na loteria, não é mesmo?

3-Fumei
Eu nunca fumei e nem pretendo, mas confesso que já tive curiosidade de experimentar. E o engraçado é que quando eu era criança eu odiava o cheiro de cigarro, não gostava nada de ficar cheirando aquela fumaça que outras pessoas soltavam perto de mim. Teve até uma vez que tinha uma mulher fumando perto de mim e eu comecei a tossir bastante e olhava para ela para desconfiar, o que acabou acontecendo e ela até pediu desculpa. Tadinha.

4-Estudei em escolas diferentes
Já pensei muito em mudar de escola quando as amizades tinham me cansado ou tinham me deixado para trás, acreditem isso aconteceu muito no meu período escolar. Não sei como é ser um novato e quando frequentava o ensino fundamental eu tinha muita curiosidade em saber como é ser o "pedaço de carne" novo em uma sala com pessoas completamente desconhecidas. Mas não me arrependo de nunca ter mudado de escola, até porque quando cheguei no ensino médio fiz uma promessa de formar na escola que sempre estudei e consegui! A única coisa que me arrependo de ter feito nessa escola é ter sido bobão a maior parte da minha vida acadêmica e deixado colegas e "amigos" aproveitarem de mim e zombarem de mim e eu não ter feito nada. Muitos colegas que estudaram a vida inteira comigo se auto declaravam serem meus amigos, mas só chegavam perto de mim quando necessitavam de alguma coisa. Mas enfim, agora estou diferente e na faculdade, que se me permitem dizer, entrei em primeiro lugar hahaha.

5-Sai de casa sem celular
Sério gente, não consigo ficar sem meu celular. Ele pode ficar o dia todo no meu bolso sem tocar, mas seu eu sair de casa sem ele eu fica com a impressão de que está faltando alguma coisa. Já tive que mandar ele para a assistência por sete dias, nos primeiros dias eu consegui, mas depois eu já estava me arrependendo de ter levado ele para arrumar....




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domingo, 3 de janeiro de 2016

Coisas que me fazem ficar feliz - Semana 1

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Oi gente! E começando o desafio de 52 semanas de TOP 5 com o tema: Coisas que me fazem ficar feliz. Semana 1/52



1- Viajar

Eu posso até não viajar o tanto que gostaria, mas quando faço amo planejar o que fazer na viagem, o que levar, fazer um cronograma, definir destino, etc. Um dos meus objetivos de vida é tirar tempo para viajar pelo mundo inteiro, igual essas pessoas que passam anos longe de casa visitando vários lugares, um depois do outro. Se eu pudesse passaria a vida viajando, conhecendo lugares novos, descansando e curtindo muito!


2-Comprar roupa
Uma das coisas que eu mais amo fazer é comprar roupas. Ir nas lojas e montar vários visuais diferentes da peça que vou comprar com as roupas que eu já tenho é um dos meus passatempos favoritos! Nada melhor do que voltar para casa com aquele roupa que gostou e ficou tão bem em você, né? E fora que eu gosto de me vestir bem!

3- Folhear/comprar livros na livraria

Tem coisa melhor do que entrar em uma livraria sem objetivo nenhum e folhear livros a procura de algum para levar para casa? Ou simplesmente para conhecer novas histórias e autores maravilhosos? Ou até mesmo só para dar aquele cheirada que todo leitor gosta de dar? Amo ir ao shopping e ficar o tempo todo dentro da livrarias folheando livros e andando entre as ilhas de livros!

4- Comer doces
E quem não gosta né? Toda vez que eu estou para baixo ou chateado com alguma coisa, faço uma visitinha à cozinha a procura de doces para me deixar um pouco mais alegre! Qualquer doce faz com nosso humor suba um pouco.

5-Andar pelo bairro no final de tarde
Nas férias eu não estou fazendo muito isso, mas no meio do ano eu fazia isso sempre que possível, principalmente depois da academia. Eu fico muito mais relaxado quando caminho nas redondezas de casa sem destino nenhum quando o sol está se pondo e a noite está surgindo. Te dá um tempo para pensar na vida, no futuro, nas escolhas, etc. Ainda mais quando você está carregando somente as chaves de casa, pois te deixa menos preocupado de ser assaltado. A alma fica bem mais leve depois dessas caminhadas reflexivas! hehe




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sábado, 2 de janeiro de 2016

52 Semanas de Top 5

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Oi gente! Eu adoro desafio de inicio de ano, ainda mais quando envolvem blogs, livros e afins! Eu vi essa no blog de uma amiga, o Sweet Luly, e me interessei em fazer. A cada semana é uma pergunta para ser respondida em forma de TOP 5, meu objetivo em fazer é me divertir e ao mesmo tempo, tentar manter o blog sempre atualizado, já que ano passado foi bem parado. Não vou estabelecer um dia especifico para ir ao ar por dois motivos, o primeiro é o medo prometer e não cumprir, e o segundo é eu fazer no dia em que estiver mais a vontade. Estarei sempre atualizando as redes sociais do blog à medida que vou postando. Vou imitar a Luly e deixar esse post como referência para quem quiser fazer.

Semana 1: Coisas que me fazem feliz
Semana 2: Eu nunca...
Semana 3: Coisas para se fazer no calor:
Semana 4: Minhas citações preferidas são: (trechos de livros, de músicas, frases de autores, etc)
Semana 5: Fazem parte da minha wishlist
Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super herói seriam:
Semana 7: Eu sempre....
Semana 8: Os melhores filmes infantis que eu já assisti foram
Semana 9: Pessoas que eu gostaria de conhecer/ter conhecido
Semana 10: Minhas comidas preferidas são
Semana 11: Meus brinquedos preferidos na infância eram
Semana 12: Coisas para se fazer no frio
Semana 13: Fico sem graça quando...
Semana 14: Meus sites preferidos na internet
Semana 15: O que há de pior no mundo virtual?
Semana 16: Isso, para mim, não é diversão
Semana 17: Personagens cuja vida eu gostaria de viver por um dia (filmes, livros, séries, etc)
Semana 18: Sinto saudades
Semana 19: Meus seriados preferidos
Semana 20: Fico de meu humor quando
Semana 21: Meus piores defeitos
Semana 22: Na minha geladeira, tem que ter
Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo
Semana 24: Casais preferidos (filmes, seriados, livros, etc)
Semana 25: Tenho aflição de....
Semana 26: Se eu pudesse trocar de profissão, eu seria...
Semana 27: Coisas legais para se fazer nas férias
Semana 28: Minhas maiores "neuras" e manias são
Semana 29: Filmes que me falam ao coração
Semana 30: Fico impaciente com pessoas que...
Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, gosto de...
Semana 32: Ainda quero aprender
Semana 33: Tenho medo de...
Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler
Semana 35: Minhas piores compras foram
Semana 36: Morro de preguiça de...
Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?
Semana 38: Desculpe, mas eu acho brega
Semana 39: Minhas melhores qualidades
Semana 40: Meus "cheiros" preferidos são
Semana 41: As coisas mais difíceis em um relacionamento amoroso são
Semana 42: Quer acertar no meu presente? Então me dê
Semana 43: Músicas que eu não canso de ouvir
Semana 44: Meus vilões preferidos são
Semana 45: Lembra a minha adolescência
Semana 46: Parece que todo mundo sabe _________, menos eu
Semana 47: Quando estou apaixonado(a) eu
Semana 48: Nunca tive coragem de...
Semana 49: Lugares no mundo que eu gostaria de conhecer
Semana 50: Pessoas que admiro
Semana 51: Coisas que me marcaram neste ano que está acabando
Semana 52: No ano que vem eu quero





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Séries que valeu a pena ter acompanhado em 2015

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Oi gente! Como estão? Todos sabemos que séries de TV fazem o maior sucesso no mundo pop atualmente, certo? E 2015 trouxe novidades maravilhosas de se ver na TV ou no celular, além de novas temporadas de séries que já estão entre nós há um tempo. E hoje eu resolvi trazer para vocês uma lista das séries que eu mais gostei de assistir nesse ano. São séries que estraram em 2015 e outras que eu só comecei a acompanhar agora. A lista pode estar em ordem de favoritos, ou não, vou deixar essa dúvida no ar. hehehe


1- Arrow
É claro que não poderia deixar de lado a minha queridinha do momento. Arrow me cativou desde o primeiro episódio com seu estilo meio sombrio, cenas de ação, seu toque de humor, etc. Claro que não podemos esquecer de algumas atuações que são excelentes, como a do Stephen Amell que para mim é sensacional como Oliver de 5 anos atrás e o Oliver de hoje, não parece que é a mesma pessoa atuando. Também tem os personagens que cativam o público, como a Felicity, que desde a primeira vez que apareceu se tornou minha favorita. Se você gosta de séries de ação, policial com um pouco de romance, não perca tempo a comece Arrow agora mesmo! Aproveite que tem as três primeiras temporadas no Netflix!








2- The Strain

Tenho que admitir que a série decaiu um pouco da primeira para a segunda temporada, mas ela continua te prendendo do inicio ao fim em cada episódio, o enredo consegue se mantar original, mesmo se tratando de vampiros acreditem. Os efeitos especiais são bacanas e alguns personagens podem se um pouco tapados, mas é legal de acompanhar por mostrar um tipo de vampiro completamente diferente e de toda a história por trás dessas criaturas.


3- The Originals
Na minha humilde opinião, eu considero o spin off melhor do que a série de sua origem. Simplesmente por não ter aquela melação que os irmãos Salvatore tem em relação à Elena. Tudo bem que The Vampire Diaries deu uma melhorada agora, mas ainda tem um longo caminho pela frente. Já The Originals é bem mais sombria, tem mais ação do que romance e realmente tem um enredo que sustenta e não aquele obvio de irmãos se apaixonam pela mesma garota, mas ela não sabe o que quer. The Originals não precisa de TVD para continuar passando na TV.


4- The 100

The 100 também faz parte da minha lista de série favoritas. Tem ação e romance na dose certa, e outro detalhe é que é baseado em um livro. Tenho que confessar que a primeira temporada, ou até metade dela, é tudo muito morno, o romance é exagerado, os cem jovens que são enviados para a Terra não querem saber como irão sobreviver de agora em diante só querem curtir a "liberdade", mas logo depois dos primeiros episódio da segunda ela começa a melhorar e eu gostei, por isso ela está nessa lista.




5- Quantico
Essa é uma das poucas séries dessa lista que estrearam em 2015. Quantico é cheia de mistério, a narração é altanada entre o passado e presente. No passado ficamos conhecendo o que aconteceu com o grupo de aspirantes à agentes do FBI e no presentes eles tentam pegar um terrorista que praticou o pior ataque terrorista depois do 11 de Setembro, que pode ser um deses agentes, É um joga culpa para lá, um joga culpa para cá que você não consegue nem desconfiar de cada um. Eu mesmo nem me esforcei para apostar que determinado personagem é o responsável, deixei a série rolar e fui acompanhando.

6- Orphan Black

Essa é outra série das minhas favoritas, ocupou horas das minhas madrugadas de férias no meio do ano, Comecei ela bem depois, as três temporadas já tinham acabado. A história é muito interessante e você não consegue parar de assistir um episódio, além de que até hoje não vi uma pessoa que assistiu à série que não tenha gostado! Ela conta a história de Sara, que descobre ser um clone e que tem algumas organizações (?) que estão querendo matar esse clones. Outro ponto forte é a atuação da Tatiana Maslany, que faz todos os clones. Quando eu comecei a assistir, achava que eram duas atrizes fazendo todos esses personagens, mas é tudo ela quem faz. É impressionante ela atuar tantos personagens completamente diferentes e com maestria ainda! Se não gostar da série, vale a pena assistir só por causa da atuação dessa mulher maravilhosa, ok?






7- Penny Dreadful

Outra série que me acompanhou durante as madrugadas nas minhas férias do meio de ano. Intercalava Penny Dreadful e Orphan Black e assistia sem parar. Uma coisa que eu amo é quando recontam histórias clássicas e colocam os personagens em outro ambiente, como por exemplo colocar as princesas da Disney no mundo atual. No caso da série são personagens clássicos do terror como Victor Frankenstein, Dorian Gray, Van Helsing, Jack o Estripador, Drácula e Lobisomem, etc, esses personagens são inseridos na Londres vitoriana, que é uma época que eu gosto muito! Outro ponto positivo que podemos levar em consideração, é a atuação da Eva Green, que é sensacional.








8- Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.

Tinha como essa série ficar de fora? Não tinha né! Consigo tirar tantos pontos positivos que eu não sei nem por onde começar. Trouxeram uma parte do universo dos filmes da Marvel para a TV e eu achei isso sensacional e o fato deles intercalarem os acontecimentos dos filmes com a série prova o que estou falando. Mas não é por isso que MAoS entrou na lista, é por causa da sua incrível evolução da primeira temporada para a terceira, além do fato de que agora ela está tomando seu próprio caminho, sem depender diretamente dos acontecimentos dos longas, está se tornando independente em relação à história e enredo.








9- Jessica Jones

 Outra série que estreou em 2015. Demorei para assistir a série, uma vez que todos os episódio foram disponibilizados juntos no Netflix no mesmo dia. É uma série também da Marvel, só que um pouco mais adulta e com menos superpoderes, isso que me chamou mais a atenção. Jessica Jones não é uma super heroína igual a todos os outros que conhecemos. De super não tem nada. Outro ponto positivo ou não, é que ao longo dos episódios é desenvolvido apenas um vilão, não um por episódio como estamos acostumados.


10- Pretty Little Liars

Alguns irão dizer que PLL já deveria ter acabado em suas primeiras temporadas, mas eu acho que ela ainda é uma boa série para tirar o tédio ou ter algo para assistir quando estiver com todas as outras séries em dia. Parei de levar a sério quando colocaram todo mundo para ser A, mas no final não era ninguém. Eu coloquei ela aqui pelo simples fato de, finalmente, revelarem quem realmente é A e o melhor de tudo, conseguiram fazer isso sem estragar toda a história, encaixaram perfeitamente. Tenho que admitir que PLL deu uma melhorada nessa sexta temporada, resta agora torcer para que não volte a ser o que era antes, com um nova A aterrorizando as garotas, ninguém sabe quem é e ficar colocando todos para serem o vilão com o único diferencial ser o salto do tempo de cinco anos.









                                                                                                                                 Abraços,


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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Você Shippa?

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Oi gente! Tem anos que não passo por aqui, né? Nesse último semestre eu fiquei muito apertado na faculdade e não tinha tempo para mais nada. quase não li esse ano. Já estou de férias há uns dias, mas ocupei minha folga assistindo algumas séries hehehe. Bom, nos últimos dias me encontrei em uma situação que nuca havia me ocorrido e acabou me dando ideia para este post, pode ser um pouco polêmico para alguns.

Resolvi assistir uma série bem famosa (Arrow) e me encantei, assisti as três temporadas no Netflix e a quarta online, mas eu não sabia que meu sofrimento e angústia estava só começando. Não conseguia mais parar de assistir, era um episódio atrás do outro o dia inteiro, não fazia mais nada. Consequentemente quando isso acontece nós começamos a torcer para os personagens, vibrar com eles e até começamos a shippar nossos casais favoritos, certo?

Sempre shippei alguns personagens, torcia para rolar algum romance entre eles e as vezes, só amizade. Acho que todo mundo shippa, uns mais que os outros, estamos sempre na torcida para os favoritos, mas achava algumas reações que as pessoas tinham exageradas demais: choram quando se beijam, gritam quando eles sorriem um para o outro, descabelam quando se separam e desesperam quando alguém do casal morre. Já presenciei algumas dessas cenas e ria da pessoa chorando por um personagem, nunca cheguei a esse ponto quando meu casal favorito se separou ou não ficou junto no final, quando algum deles morreu, etc. No máximo ficava triste.

Bom, estou provando do meu próprio veneno agora, comentei ali em cima que aconteceu algo que nunca havia acontecido comigo, encontrei em Arrow meu OTP (One True Paring = único casal verdadeiro), para os curiosos Felicity Smoak e Oliver Queen. Na midseason finale, algo trágico ocorre com o casal, quando a cena trágica começou, previ que algo ruim iria acontecer e foi aí que meu desespero aumentou e comecei a chorar, já no final do episódio estava chorando descontrolavelmente como se alguém da família tivesse morrido. Como se não bastasse, passei o resto do dia chorando sem parar com tal acontecimento. E o pior é a agonia de ter que esperar até janeiro para assistir o que vai acontecer! É castigo suficiente para alguém que julgava e achava esquisito, não acham?

Agora estou percebendo que esse negócio de shippar é coisa séria e realmente mexe com a gente, como consequência disso tudo, não tenho série nenhuma para pôr em dia, nenhum interesse em começar outra e estou assistindo Arrow novamente. Além de mexer com nosso emocional de tal forma que não conseguimos entender, o shipp também pode acabar com amizades, que por shipparem casais diferentes, amigos acabam discutindo querendo provar porque tal casal dá mais certo do que outro ou até convencer o outro a shippar seu casal favorito.

O que mais acho interessante nesse universo dos shippers é a criatividade de juntar os nomes do casal, como por exemplo: Olicity para Oliver e Felicity, Delena para Damon e Elena, Harmony para Harry e Hermione, Stelena para Stefan a Elena, Romione para Ron e Hermione, etc. Tudo bem que alguns casais nem são cogitados para ficarem junto, mas para isso que shippamos né?

Os shippers podem ser tão poderosos que as vezes alguns casais, que antes eram impossíveis, acabaram se tornando realidade nas séries de TV com o sucesso que fazem entre os fãs. Como é o caso de Oliver e Felicity, que começaram a série com nenhum envolvimento romântico e tinham zero chances de formarem um casal, mas por sorte do destino, a química dos atores deu certo e fez tanto sucesso entre os fãs que na terceira temporada ficaram juntos pela primeira vez. Foi uma mudança que, para mim, deu super certo, uma vez que nos quadrinhos do Arqueiro seu par romântico é Laurel Lance/Canário Negro, mas na série não funcionou e ele acabou ficando com a Felicity.

Meu conselho depois desse textão: você é livre para shippar quem quiser, mas respeite o coleguinha. Mas caso você não shippa ninguém, não zombe do próximo, porque seu dia ainda vai chegar, assim como o meu chegou, você ainda vai chorar na frente da televisão/computador torcendo para o seu casal favorito. Não tenha preconceitos! É normal, o que não seria normal é se não torcêssemos para o amor!













                                                                                                                                   Abraços,










P.S: Ainda depois de ter terminado Arrow aos prantos, assisti alguns videos com momentos fofos Olicity e chorei mais ainda.


P.S2: Não necessariamente eu shippo os casais das fotos ilustrativas do post, ok? 
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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Naomi & Ely e A Lista do Não-Beijo de David Levithan e Rachel Cohn

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 Oulá, pessoas! Tudo perfeito com vocês? As férias estão me fazendo bem, disso tenho mais do que certeza. Como a sensação de passar o dia deitado na cama, lendo um livro ótimo sem sem incomodado por ninguém, depois de muita correria e estresse do ano todo, não é mesmo? E não foi diferente com a obra do David e da Rachel, na verdade, foi exatamente o que aconteceu rs. Acompanham-me? 

 
 Naomi & Ely são amigos desde sempre. Desde sempre mesmo, pra ser honesto. São conhecido como um sendo a parte do outro, inseparáveis. Mas, como toda amizade clichê, Naomi é apaixonada por Ely, daquele tipo romântico mesmo. Porém, como nada nessa vida é bolha e sabão, Ely prefere... garotos. 

   Eles vivem no mesmo prédio, no mesmo andar, no mesmo corredor; são vizinhos de porta. Possuem meio que um santuário no alto da escada e criaram A Lista do Não-Beijo, uma compilação de caras que ambos são proibidos de beijar. Desde colegas de ensino médio ao novo porteiro do prédio, Gabriel, Naomi e Ely concordam que aqueles caras são completa e totalmente não-beijáveis. 

   Naomi namora Bruce, o Segundo (porque também tem Bruce, o Primeiro), e possui Robin como amiga e colega de classe, mas também conhece Robin, um menino que gosta da... Robin. Ela é tida como a linda e perfeita, detona corações Naomi. Já Ely é sua outra metade, digamos assim, mais vivida. E os dois andam perfeitamente bem com suas vidas juntos, até que se apaixonam pelo mesmo cara. 

   Combatendo problemas pessoais, vida acadêmica, o futuro e todos os dilemas de um recém-formado do ensino médio, Naomi e Ely vão acabar descobrindo que existe algo mais importante na vida do que uma briga sem cabimento, ainda mais por cima uma briga relacionada a um cara. 

   Sabe aquele livro que bate na sua porta, como quem não quer nada, mas não te deixa sair da cama quando o deixa entrar? Foi assim comigo. Entre uma pausa dos contos de Nárnia, resolvi pegar o livro antes de assistir ao filme, e quanto mais eu lia, parecia que não acabava (de um jeito ótimo, diga-se de passagem). A narrativa dos autores é inteiramente fluida, o leitor nem percebe que está virando páginas atrás de página até não ter mais uma para virar. 

   A linguagem de David e Rachel ajuda, e bastante, nesse quesito. Não é aquela narrativa maçante, demorada e cheia de rodeio. É direta, jovem, atual (podemos perceber pelos símbolos usados nas partes narradas por Naomi), e cativante. Os personagens... 

   Não gostei de Naomi. O fato dela cobrar, mesmo apenas para si, o amor de Ely o tempo todo e ficar brava internamente por ele beijar meninos, não caiu pra mim. Achei enjoativo e uma desculpa para criar um triângulo (?) amoroso entre os personagens. No filme, estrelado por Victoria Justice e Pierson Fodé, a personagem me irritou ainda mais. Mas, por outro lado, gostei de Ely. Ele é autêntico e seguro de si, e não é como Naomi. 

   O livro é narrado pelos diferente personagens da trama: Naomi, Ely, Gabriel (pra mim os capítulos mais chatos), Robin e Robin, Bruce, o Segundo... O que tornou mais dinâmico e natural a compreensão de como suas vidas são afetadas pela situação, além de podermos conhecê-los melhor. 

 

Passando para o filme agora... Achei a adaptação bastante fiel ao livro, me vi lendo novamente, dessa vez com as imagens. Mesmo com todas as mudanças que são necessárias em toda adaptação, o resultado foi satisfatório. Pelo fato de eu ter assistido assim que terminei minha leitura, pude notar alguns pontinhos diferentes, que normalmente notaria se pegasse o livro novamente, no caso de ter lido um tempo antes de assistir. 

   Alguns personagens passaram por mudanças do livro para a tela, como Bruce, o Segundo, que ficou uma mistura de Bruce e Robin-menino do livro. Acho que o personagens que mais sofreu alterações foi, de fato, Robin-menino; no livro ele é traficante de drogas e apaixonado por filmes, cargo que ficou para Bruce, o Segundo nas telas, ao contrário do livro em que é estudante de economia. 


    As ordens de alguns acontecimento também sofreram alteração, assim como diálogos e ocupações dos personagens. O que foi uma mudança sutil e agradável, não afetou em nada o caminhar da história. Muitas frases marcantes e essenciais do livro aparecem no decorrer do filme, o que aumentou mais a minha sensação de estar lendo o livro em movimento. 

    No geral, recomendo ambos, tanto filme como livro. São ótimos para quem curte o gênero e perfeitos também para descobrir o real significado de amizade e auto-descoberta. No fim, aguardo vocês no próximo post! Até. 





Nota: 3,8. 


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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Deixe a Neve Cair, de Maureen Johnson, John Green e Lauren Myracle

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   Oulá!!!! Que saudade de vocês, quanto tempo! Aulas de faculdade são sempre ocupadoras de nosso tempo, final de semestre então! Nem se fala! Mas as férias finalmente chegaram e, com isso, posts, resenhas e tudo o mais que puder aqui no blog! E nesse Natal, não poderia faltar um livro temático! Embora seja um pouquinho "velho", nunca o li e, como ganhei de aniversário esse ano, resolvi guardar para esse final de ano e resenhar para vocês. Acompanham-me? 

   Um conjunto de três contos que se interligam, Deixe a Neve Cair me conquistou. Sério. meu conto favorito foi o Expresso Jubileu, da Maureen. Por motivos de: Jubileu melhor personagem. Sem brincadeiras, ela acabou de conseguir uma situação imprevisível justamente na véspera do Natal e tem de viajar o país até a Flórida em um trem cheio de líderes de torcida intragáveis e Jeb, um cara desesperado pra falar com a namorada. Mas sua sorte é tão boa, que, não basta ela estar sozinha em um trem frio, a pior nevasca em 50 anos tem de acontecer logo naquela viagem. 
   Jubileu é a personagem mais legal dentre os três contos. Impulsiva, impaciente e apaixonada, ela é capaz de sair do trem no meio da nevasca atrás de um lugar mais quente (é óbvio que eu faria o mesmo né gente, por favor), uma Waffle House. Lá ela tenta ligar para o namorado, com quem estava completando um ano de namoro. Odeio o modo como ela lida com ele, que a trata com o maior descaso com desculpas do tipo: "vou ver o vizinho, que é obviamente mais importante do que minha namorada presa em uma nevasca no meio do nada. Te ligo depois, amor." E é nesse ponto que Stuart, um garoto que Jubileu conhece na Waffle House se torna o segundo melhor personagem do livro. 
   Os dois se completam. Ambos estão (estava, no caso dele) em um relacionamento de mão única: eles são os únicos que amam na relação. É por isso que eles se deram certo e viraram o ship do conto. Adorei a escrita da Maureen, devo dizer que é a melhor de todo o livro. Não é aquela narrativa afobada, corrida e cansativa. Seus personagens são ótimos, a mãe de Stuart me arrancou altas risadas. 

   John Green nos apresenta à Tobin, JP e Duke, apelido de Angie, em seu O Milagre da Torcida de Natal. Um trio de amigos que, em véspera de Natal estão fazendo uma maratona dos filmes do 007. Os pais de Tobin, especial e principalmente a mãe dele, são extremamente preocupados melados e ficam ligando todo o momento para ter notícias do filho, uma vez que ficaram presos em uma cidade e não conseguiram arranjar um voo em tempo. 
   Logo eles recebem a ligação de Keun, que trabalha na Waffle House (a mesma do conto anterior) chamando-os para irem até com um Twister por causa das líderes de torcida do trem de Jubileu. 
  Claramente desinteressada, Duke não vê muita importância em sair no meio de uma nevasca até Waffle House por causa de líderes de torcida. Através de chantagem alimentícia, os meninos acabam conseguindo com que Duke concorde em ir. E a ida acaba se tornando uma corrida contra o tempo para conseguirem chegar antes dos amigos de outros caras que também trabalham na lanchonete. 
   Os personagens de John Green são um show a parte, me atrevo a dizer. Duke/Angie quer ser vista como garota pelos amigos, que a tratam como um igual com comentários em que a chamam de gay por achar Daniel Craig bonito. Mas o que os personagens enchem os olhos, a história deixa a desejar. Achei bem previsível, desde a primeira discussão entre Duke/Angie e Tobin acerca das líderes de torcida. Diferentemente do conto de Maureen, que eu ansiava pelo final, o do John já sabia o final nas primeiras páginas. Menos pontos, John. 
   
   Lauren Myracle ficou com a função de fechar o livro. E que personagem mais sem graça ela trouxe. Não consegui gostar de Addie, ou Adeline, nem por um segundo. Namorada de Jeb, a garota é extremamente egoísta dos fios do cabelo recém cortada e tingido de rosa até os dedos do pé. Sério. Ela, sem moral nenhuma, fica cobrando gestos do namorado para ele demonstrar o amor que sente por ele. Enquanto, em um aniversário de namoro, Addie dá um presente "digno" a ele, e Jeb acaba esquecendo, a garota pede pra ele dar um à ela. Mas, ao invés de gastar muito dinheiro, ele prefere gastar algumas moedas para ela ter um colar específico da máquina de uma conveniência. E ela reclama de não ter custado muito. 
   Addie fica comparada seu namoro com grandes romances de cinema, cobrando gestos grandiosos de Jeb. Egoísta, como podem ver. E, em uma festa, ela chega ao limite de ser egoísta com um toque de sem coração com o garoto. deveria ter ficado sozinha
   Suas amigas, Tegan e Dorrie, são as melhores. Enquanto a primeira fica com o lado cômico, a outra se encarrega de ser a âncora realista da protagonista, chegando a bater de frente com Addie. Nesse Natal, Tegan ganhou um mini porco das amigas que vai ser entregue em um pet shop e Addie precisa pegá-lo. Vou salvar a pele dela e dizer que, realmente, a sorte da garota não estava a favor dela naquele dia. 
   Com o clássico clichê de um personagem que tenta mudar sua personalidade durante a história,o conto de Lauren foi o que menos gostei. Apesar das risadas que dei com Tegan, achei a trama bem fraquinha, mesmo com o trocadilho que a autora dá com Gabriel. 
   Um final digno de novela, em que todos os personagens se encontram, eu gostei do livro em geral. O encontro de todos no Starbucks da cidade é bem engraçado, apesar dos furos em certos romances ioiô. Recomendado! 
3,5 nesse caso rs! 


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