quinta-feira, 9 de julho de 2015

[RESENHA] O Irresistível Café de Cupcakes

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Oi gente! Tudo bem com vocês? Hoje tem resenha saindo do forno! Já posso adiantar falando que romance é um dos meus gêneros literários favoritos, principalmente os do Nicholas Sparks mesmo sendo todos previsíveis e etc. haha Com uma narrativa simples e com um toque de romance, confira o que achei de "O Irresistível Café de Cupcakes"!


O Irresistível Café de Cupcakes é um livro de Mary Simses, publicado no Brasil pela Editora Paralela. Possui 288 páginas.

Ellen Brandford é uma advogada bem sucedida e sua carreira está bem estável. Para melhorar seu status está prestes a se casar com Hayden Croft, o homem que toda mulher quer ter ao seu lado, com uma carreira admirável e uma vida política invejável em acensão. Sua vida está praticamente perfeita.

Então algo inesperado ocorre, Sua avó, com que é muito apegada, acaba falecendo. Como um ultimo desejo, ela pede a Ellen que vá até Beacon entregar uma carta para um antigo amor da juventude. Uma semana depois a advogada viaja sozinha encontrar Chet Cummings para entregar a carta.

O que era para ser uma simples tarefa, acaba se tornando algo mais. Assim que chega na cidade, Ellen acaba sofrendo um acidente em um píer antigo quando as tabuas de madeira cedem, fazendo com que ela caia no mar. Mesmo sendo uma nadadora, ela se desespera e se afoga, mas Roy salva sua vida e ela, por impulso, o beija.

Encontrar Chet e entregar-lhe a carta de sua avó. Essa era sua promessa. Era para ser uma vagem curta, apenas isso. Mas ela acaba se prolongando e Ellen acaba se esbarrando com o carpinteiro que salvou sua vida cada vez mais. A viagem até Beacon era apenas para cumprir uma promessa, mas duvidas e mais dúvidas aparecem na cabeça da jovem e Roy terá um papel importante nessa "aventura". E a medida que Ellen fica na cidade, ela acaba descobrindo fatos sobre sua avó que ninguém sabia, o que faz ela se perguntar o porque de sua avó ter tantos mistérios.




Bom, eu me interessei nesse livro por alguns motivos: o primeiro é o titulo, que só por ter cupcakes me chamou a atenção, o segundo é a comparação com os livros do Nicholas Sparks (aka, meu escritor favorito) e o terceiro, a capa que é muito bonita. Sou fã de romance assumido e por ser do gênero, já queria muito ler e saber do que se tratava.

A história parece promissora, mas para mim, a autora não conseguiu desenvolvê-la direito. Nada de interessante acontece durante o livro inteiro. O final pode até ser previsível, mas nada me impediu de torcer para os personagens para eles ficarem juntos no final. Por falar nisso, achei que Simses fez um final bem corrido, tudo aconteceu muito rápido no desfecho.

Um fator positivo no livro é a narrativa que flui muito bem, em uma sentada você consegue acabar de ler. Uma coisa bem interessante é que o leitor consegue ver o amadurecimento de Ellen durante a leitura. Ela chega em Beacon como uma pessoa fútil, julgando tudo e todos pela aparência e durante sua estadia, ela vai mudando sua percepção das coisas e podemos perceber também que Roy foi um grande responsável por isso.

No inicio não gostei de Hayden, achei o personagem bem anti pático, mas no final ele fez uma coisa que acabou me fazendo ter um pouco de admiração por ele. O mesmo aconteceu com Roy. O enredo também possui um pouco de humor, principalmente na parte de Paula, a recepcionista do hotel que parece querer se intrometer na vida dos outros haha.

Eu até entendi que, pelo fato de que o romance ser o foco principal do livro, não ter tido um pouco mais de reviravoltas e afins, mas achei o livro bem morno, não acontecia nada de interessante além do fato de Ellen descobrir cada vez mais coisas do passado de sua avó.

Eu indico esse livro para você que gosta de algo mais light, que está procurando um livro para passar a hora ou até para ler em um domingo na companhia de um cupcake de bluebery! haha



Avaliação:






                                                                                                           Abraços,
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terça-feira, 7 de julho de 2015

Os 13 Porquês de Jay Asher

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Olá pessoal!! Como foi a semana de vocês? Nesse último sábado, dia 4/07, o Augusto lançou seu segundo livro pela D´Plácido, o Um Amor, Um Café e Nova York 2. Comprem o exemplar de vocês! Mas hoje a resenha é de outro livro do Projeto (R)Espetacular que eu li há muito tempo e me marcou bastante. O assunto do livro é bem forte e o autor não decepciona na narrativa. Bora lá? 

   
Hannah Baker cometeu suicídio. Diversos acontecimentos a levaram para essa decisão: problemas na escola, bullying... Mas ela deixou um pequeno presente para alguns colegas de escola, um conjunto de sete fitas cassetes numeradas de 1 a 13. O conteúdo delas é um tanto quanto perturbador para os ouvintes, pois são os motivos que fizeram a garota tirar a própria vida. 

   Clay Jensen, o típico garoto inofensivo estudioso da escola, é um dos motivos. O problema é que ele era apaixonado por Hannah e não tem a mínima noção do que fez a ela de tão grave para receber as fitas. Andando pela cidade durante a noite, Clay escuta as últimas palavras de Hannah por lugares que ela passou e foram derradeiros em alguns do acontecimentos. 

   Escutando coisas que nunca imaginou que aconteciam ao seu redor e conhecendo seus verdadeiros colegas de escola, o garoto precisa seguir duas regras impostas por Hannah: 1) escutar todas as fitas até o final e 2) passá-las adiante para a pessoa que vem depois da sua história. Angustiado com os relatos da garota, ele percebe que sua vida mudou para sempre. 

   Gente, sabe aqueles livros inteligentes, bem elaborados e escritos? Os 13 Porquês com certeza figura nesse hall. Você não pode contar muitos detalhes da história porque tudo é spoiler, aí você tem que se contentar com o mínimo possível e acha que tudo ficou confuso demais para quem nunca leu... Por isso tenho uma relação de amor platônico por esse livro, rsrs. 

   Mesmo tratando de assuntos seríssimos como o suicídio e o bullying, Jay Asher escreve a história de Hannah de uma maneira tão leve e ao mesmo tempo tão forte que qualquer leitor fica impactado. A estrutura da narrativa é diferente de qualquer outra por conta das fitas: os capítulos são os lados de cada fita e a história é intercalada entre os relatos de Hannah e as ações de Clay no presente. No mínimo, achei incrível a forma como o autor dispôs a sua história. 

   Lendo comentários de outras pessoas na internet sobre o livro, eu vi que muita gente achou os motivos da Hannah um tanto quanto banais e que não justificavam o suicídio. Mas gente, mesmo a história sendo ficcional e a personagem também, quantos adolescentes não passam por essas mesmas situações dia após dia nas escolas do mundo todo? Eu achei que o Jay foi super sensível ao escolher situações aparentemente simples, mas que causam um grande impacto para que vivenciou, sabe? 

   Por isso o livro conversa com o leitor, por conter situações que você poderia ter vivido nos tempos escolares, que seus filhos podem estar vivendo ou podem viver. Situações que colocam uma pessoa em uma perspectiva tão pessimista que ela guarda aquilo para si, sem se abrir para alguém. Achando que dali para frente, tudo pode ir de mal a pior. Acho que essas pessoas que, por alguma razão, não enxergam esses motivos como algo grave não deveriam banalizar a ação da personagem. 

     Voltando ao livro, a história é incrível. A forma como o autor leva o leitor para uma reflexão profunda é algo assustador, pois a cada relato uma necessidade de entrar na história e ajudar Hannah vai crescendo dentro da gente. É inteligente e memorável. >>ALERTA DE LEITURA OBRIGATÓRIAA<< 



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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Li até a página 100 e... #1 True- A Verdade da Hilary Duff

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Oi pessoas!! Como vão? Resolvi começar uma nova tag aqui no blog, a "Li até a página 100 e...", que consiste em você falar sobre o livro que está lendo com algumas perguntas. Não é uma resenha, porque você ainda não leu o livro todo, é apenas uma ficha para "avaliar" o livro na página cem. Por ser o terceiro e uma trilogia, tentarei ao máximo não dar spoilers, sim? Bom, a tag foi criada pelo blog Estante Lotada e se quiser participar, clique aqui para mais informações. 

TRUE- A VERDADE, HILARY DUFF 
ELIXIR #3 

Primeira frase da página 100: 
"Quando ouvi a palavra 'ela', imaginei logo uma linda mulher fatal se aproveitando de um bonitão desmemoriado e sem rumo, mas a voz era de uma velhinha de, no mínimo, oitenta anos." 

Do que se trata o livro?
Hilary retoma os acontecimentos dos livros anteriores, mas agora Clea enfrenta uma realidade completamente diferente. Sage e ela agora possuem outro obstáculo para ficarem juntos: um corpo. Sim, o Elixir da Vida se foi e agora eles terão de se readaptar ao que vem a seguir. 

O que está achando até agora? 
Não fede nem cheira. Sabe aqueles livros que você não gosta nem desgosta, fica em um limbo entre gostar/não gostar/odiar? Então.... rsrs Hilary escreve bem, sua narrativa flui que é uma beleza. Porém sua história é rala, não possui aprofundamento em alguns aspectos e bem, furos poderiam ser evitados né? 

O que está achando dos personagens? 
Bom, a protagonista é um pé no saco algumas vezes. Bem infantil e sem cérebro, daqueles que funcionam a manivela, sabe? O par romântico está irreconhecível, não apenas de aparência, mas de personalidade também. (Sage? Oi? Ainda tá aí?) Rayna e Ben inverteram os papeis, enquanto um possuía mais destaque nos primeiros (olá, Ben!) e outro não (Rayna, vocês exite mesmo?) agora é ao contrário, Ben "some" e Rayna foi promovida à narradora rancorosa! Mas é isso, poderiam ser melhores trabalhados. 

Melhor quote até agora: 
"Eu, por outro lado, conhecia o mundo paranormal. Um tabuleiro Ouija já havia acertado as iniciais do meu primeiro namorado, eu já tinha assistido a todos os episódios do programa 'Os Caçadores de Fantasmas' e tinha sido uma das primeiras pessoas a me apaixonar por 'Crepúsculo". Eu estava muito mais preparada que Clea para me envolver em um romance paranormal." 

Vai continuar lendo?
Vou sim rsrs. Estou curioso para o que vai acontecer no final e quando vim fazer o post parei em uma parte que possivelmente vai ter barraco, então... definitivamente sim (pelo barraco rsrs) 

Última frase da página: 
"É que ele está sem carteira, e acho que mencionei que ele pediu uma torta e um café, né?"

Então é isso gente! Comentem o que acharam dessa tag e sobre as minhas respostas! Até a próxima!!
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terça-feira, 30 de junho de 2015

Selvagens de Don Winslow

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Ei pessoas! Como vão? E hoje tem mais uma resenha por aqui rsrs. Como estou de férias, estou também colocando a leitura em dia :D Bom, o Projeto [R]Espetacular continua, mas resolvi intercalar entre um livro que já li e outro que ainda não li. E a resenha de hoje é de um livro que está na minha estante há bastante tempo e que eu nunca dava uma chance por achar que a história era ruim. Confiram! 

  Ben e Chon possuem um dos melhores negócios de Laguna Beach: cultivam a melhor maconha da região. Enquanto Ben é, segundo o próprio, "bundista" (budista + bundão), Chon possui, segundo O., "malportamento". Ophelia, ou simplesmente O., é a companheira deles. 
  O negócio dos dois é super lucrativo, possui uma clientela fiel e compradora. Mas nem tudo é um mar de rosas. O cartel de Baja, no México, começa a ficar no pé de Ben e Chon por estes terem recusado uma parceria. E por conta disso, eles pretendem fugir para Indonésia com O., já que Ben faz trabalhos de caridade por lá. 
  Mas Elena, chefe do cartel, possui outros planos: ela sequestra O. para forçar a parceria novamente, uma vez que seu poder não pode ser desacreditado pelos homens que comanda. Cientes do sequestro, Ben e Chon começam uma corrida contra o tempo para libertar a garota, ao mesmo tempo em que tentam prejudicar Elena. 
  Em uma eletrizante teia de negociações, os dois precisam sair do radar do  cartel para resgatar O.. Mas Elena está disposta a tudo para demarcar seu poder no tráfico México-Califórnia. Deflagrando reviravoltas intensas e planos perigosos, eles descobrirão o verdadeiro custo da liberdade. 

  Selvagens permaneceu na minha estante por um bom tempo, sempre tive medo de não gostar da história por ser um gênero que não costumo ler muito. Mas foi totalmente o contrário. Sabe aquele livro que você lê aos poucos para não acabar e ao mesmo tempo lê com a maior avidez para chegar ao fim logo? O trhiller de Winslow não é apenas cativante ao extremo como possui uma narrativa própria que prende o leitor do início ao fim. 
  O autor não elabora nenhum mocinho ou vilão, afinal, todos ali são narcotraficantes. Ele firma a personalidade dos personagens com total destreza e maestria absurdas. Todos possuem características contraditórias, como Ben, que ao mesmo é um dos melhores produtores de maconha, possui diversas instituições de caridade ao redor do mundo. 
  A história é narrada em terceira pessoa, o narrador não participa dos acontecimentos. Mas a impressão que o autor passa é que ele está lá, ao lado dos personagens, pois o leitor tem uma vaga percepção de que o narrador é algum personagem por ele possuir uma voz quase pessoal na narrativa.
  O final não é aquele final esperado, mas faz jus à história e na forma como ela fora abordada. Não poderia deixar de ter mais reviravoltas, mas nada de deixar o queixo cair. Mesmo para quem não curte o gênero, esse livro vale a pena. A história foi baseada para os cinemas em 2012, direção de Oliver Stone, com Blake Lively, Taylor Kitsch, Aaron Taylor-Johnson, Salma Hayek e John Travolta no elenco. Leia o livro antes, tá? rsrs



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terça-feira, 23 de junho de 2015

O Céu Está Em Todo Lugar da Jandy Nelson

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Olá pessoal! Há muito que não posto resenhas por aqui, mas a faculdade toma muito do meu tempo e nem lendo eu estava. Porém, entrei de férias semana passada e até agosto vou compensar o tempo perdido com muuuitos posts hehehe. Hoje eu dou início ao meu Projeto [R]Espetacular com esse livro que eu li no início de 2012 quando tinha acabado de entrar no ensino médio (quando ainda tinha a vida mansa hehe). Bom, confiram o que achei do livro depois de tanto tempo! 

   Lennie Walker acabou de perder a irmã mais velha, Bailey, e nunca conheceu sua mãe, que há dezesseis anos decidiu largar sua vida e sair pelo mundo. Morando com sua avó e seu tio Big, Lennie precisa enfrentar o luto. Mas ela se afasta de todos que ama por causa dessa dor, não suporta ter perdido a irmã.

   Quando chega à escola depois de um tempo reclusa, conhece Joe Fontaine, o garoto novo que veio da França e por quem todas as meninas estão babando. Com jeito alegre de ser, o garoto acaba por trazer a felicidade de Lennie à tona novamente. Mas Toby, namorado de Bailey, também está passando pela mesma dor e os dois acabam se envolvendo mais do que deveriam. Eles entendem a dor um do outro, são um consolo mútuo. 

   Espalhando poemas escritos em copos descartáveis, páginas de livros, embrulhos de balas, Lennie tenta suprimir a falta de sua companheira através desses pedaços de papeis largados por aí. As coisas da irmã continuam do jeito que ela deixou, Lennie não aguenta ter que olhar para elas e "matar" a irmã todo dia, toda hora. Afinal, ela nunca terá um filho, nunca saberá se a mãe voltou para casa. Bailey é morta todo dia pelas coisas que nunca chegará a fazer. 

   Lennie possui a sensação de que junto com Toby, Bailey vive novamente, pois eles eram quem ela mais amava. Por isso, eles se envolvem, juntos parece que ela ainda estava ali, viva. Juntos, o coração dela ainda bate. E então, eles confundem as coisas, confundem os próprios sentimentos. Nada vai ser como era antes. 
   
   Com Joe, no entanto, Lennie tem a sensação de que as memórias de sua irmã não a sufocam tanto como quando está sozinha. Ele a faz rir, ele a faz perceber que não é necessário que Bailey morra todo dia para ela viver a própria vida. Com Joe, Lennie se sente como ela mesma mais uma vez. 


    O livro não teve o mesmo impacto que teve quando eu li pela primeira vez, obviamente. Lendo novamente, três anos depois da primeira lida, eu tive a impressão de que não há uma história profunda no livro. Salvos alguns acontecimentos que o leitor fica chocado ou descrente, o livro não possui aquelas reviravoltas de tirar o fôlego ou romances impossíveis. 

    Lennie possui o álibi para fazer o fez, perdeu a irmã e se perdeu no mundo. Porém, em alguns pontos da narrativa fiquei me perguntando se não era drama demais. Não ficar triste por causa da morte de Bailey, mas sim se envolver com o namorado da irmã morta do jeito que fez. 

   Não ficamos com raiva da protagonista, muito pelo contrário, nos simpatizamos por ela. Porém, muito cu doce enjoa. Perdeu a irmã, ok. Conhecer o garoto novo e se apaixonar, ok. Ficar de mimimi e se envolver com o namorado da irmã, não ok. Sério, tem uma parte do livro que Lennie consola Toby de uma forma única que eu fiquei feliz pelo que aconteceu com ela depois. 

   A trama é bem construída, tudo se encaixa, mesmo a autora deixando pontas soltas no final. Mas alguns personagens como Sarah, a melhor amiga de Lennie, a avó dela e o tio mereciam mais destaques. A autora focou muito no triângulo e pareceu que os outros personagens estavam ali de acordo com as vontades da protagonista. Ao todo, é um livro bom. Recomendo para quem gosta do gênero. 



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terça-feira, 2 de junho de 2015

[FILME] Terremoto: A Falha da San Andreas

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Oi gente! Tudo bem com vocês? Eu não estou postando tanto quanto gostaria por aqui, mas aos poucos vou voltar. Hoje trago pra vocês a minha opinião do filme "Terremoto: A Falha de San Andreas" que estreou nos cinemas brasileiros semana passada.

Como todo filme em que o tema central seja alguma catástrofe natural, em "Terremoto" o clássico clichê americano não poderia faltar, mas é o que vende no mundo cinematográfico de hoje. E não é aquele tipo de clichê que faz você querer seu dinheiro de volta ou que faz com que você perca a vontade de terminar de conferir o blockbuster.

Ray é um piloto de resgate, morador de Los Angeles e está prestes a se divorciar de sua ex-mulher Emma. Os dois possuem uma filha, Blake. Pai e filha possuem uma boa relação, são bem próximos e muito amigos um do outro, no entanto, Ray e Emma não possuem uma relação tão boa assim.

Paralelamente à história da família de Ray, acompanhamos dois cientistas da Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), Lawrence e Kim na tentativa de desenvolver um programa que permite a previsão de terremotos. Ninguém os ouvia ou não acreditava o que tal equipamento poderia fazer, até o primeiro terremoto de alta magnitude acontecer e destruir a represa Hoover. Após esse evento acontecer, Lawrence esperava outros abalos sísmicos superiores a 9 na Escala Richter.

Para a infelicidade da população, esse foi só o primeiro abalo sísmico e o responsável a dar inicio a uma cadeia que atingiria a Falha de San Andreas. Los Angeles e San Francisco seriam os mais prejudicados e uma evacuação imediata é proposta por Lawrence.

Assim que ocorre a ruptura da represa em Nevada, Ray é chamado para se apresentar no serviço o que impossibilitou sua ida a um jogo de vôlei com Blake. Já no ar dentro do helicóptero, o piloto telefona para sua ex-mulher para se desculpar por um mal entendido quando um terremoto acontece, fazendo com que vários prédio desabem, inclusive o que Emma está. Ray vai tentar de tudo para salvar seus entes queridos, enquanto o cientista Lawrence tenta alertar o país sobre o que está acontecendo antes que a Costa Oeste fosse completamente destruída.



Primeiramente queria informar a vocês que não assisto a um filme com um olhar critico, procuro apenas me distrair e um pouco de entretenimento, portanto questões quanto jogo de câmera, trilha sonora e etc não serão avaliados nessa resenha, apenas a história e o que ela passa para seus espectadores. Pode ser que eu solte alguns pitacos, mas nada muito elaborado hahaha. Mas uma coisa eu posso afirmar, os efeitos especiais estão perfeitos, nada a reclamar nesse quesito.

Como disse ali em cima, o filme tem o toque do clichê americano presente em praticamente todos os filmes-catástrofes. Temos a família quase desunida e que volta a se aproximarem durante o longa, um personagem de mal caráter e egocêntrico que terá uma morte bonita de ser ver rsrs e o personagem que de cara você já sabe que não vai morrer e os que estão ligados a ele que escapam da morte o tempo todo.

O filme é de tirar o fôlego do inicio ao fim. As cenas de destruição estão impecáveis e você não consegue não torcer para que os personagens saem com vida. Em vários momentos me descabelei ou meu coração quase saia bela boca e a tensão fica em você o filme inteiro. Quando você acha que não vai mais aguentar, alguma cena de humor ou de romance é introduzida o que achei algo interessante, pois o filme não fica com um ar mais pesado e dá tempo para o expectador dar uma respirada haha.

Sei que o ator protagonista, Dwayne Johnson (ou The Rock) tem uma grande quantidade de fãs e antes de assistir a "Terremoto" não conseguia me simpatizar com ele, mas agora consigo vê-lo com outros olhos e com uma grande admiração por sua versatilidade na atuação. Já Alexandra Daddario não decepciona, sua atuação não deixa nada a desejar e consegue mostrar uma personagem forte e com um grande domínio nas cenas de ação.


Eu fui assistir ao filme com uma expectativa enorme e ele conseguiu ir além. Ele faz você vibrar junto com os personagens, consegue transmitir os sentimentos deles, você consegue perceber a realidade que o diretor quis passar diante dos acontecimentos, no filme temos muita ação, mas que estão vivendo situações reais e emocionais que, consequentemente transmitirá para o expectador. Além disso, o medo e a luta pela sobrevivência faz com que você se envolva mais na trama.

Não vou falar muito sobre os efeitos 3D porque eu me envolvi demais durante o filme que nem reparei nesse detalhe! hahaha Enfim, recomendo muito que todos assistam a esse grande filme que entrou para minha lista de filmes favoritos e que me deixou com vontade de vê-lo outras diversas vezes ahaha. Com cenas de tirar o fôlego, tenho certeza que você irão adorar! Assitam ao filme e confira o trailer logo abaixo:




Classificação:









                                                                                                                             Abraços,



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sábado, 16 de maio de 2015

[RESENHA] Enigma: Mundo Interdito

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Oi gente! Tudo bem com vocês? Apesar de ter ficado um tempo longe do blog, estou de volta!! Todos merecem um pouco de férias, não é verdade? Então, hoje estou trazendo a resenha de um livro cheio de magia, amor, aventura e com uma bela mensagem para os leitores. Confira o que achei de "Enigma: Mundo Interdito".



Enigma: Mundo Interdito é um livro de Rita Pinheiro, publicado para Editora Baraúna. Possui 298 páginas e é o primeiro livro da trilogia "Enigma"

Johnny é um garoto de 18 anos que adora curtição. É o rei das festas em sua cidade. Em uma destas festas, durante um bate-papo com seus amigos, ele descobre que um deles ganhou uma viagem de uma semana para a Flórida com tudo pago em um programa de televisão, mas esse amigo não irá. Ele logo, vê uma oportunidade para realizar seu sonho de conhecer o mundo e negocia com o ganhador essa viagem.

Johnny é muito aventureiro e embarca para essa viagem sem pensar no amanhã e embarca para essa viagem. Mas, quando o avião está sobrevoando o Triângulo das Bermudas ele passa por um nevoeiro e começa a desaparecer, Johnny com muito medo e sem entender nada abre a porta do avião e pula.

Johnny acorda em uma praia com dois jovens o encarando, Heratom e Hera e logo descobre que está na Ilha do Diabo. Acontece que esses dois jovens são habitantes de um mundo, Enigma, que é completamente diferente do dele. Esse lugar ficava dentro do planeta Terra, mas eles ficam ocultos para conservar o resguardaram do nosso mundo.

Mas tem um grande problema, Johnny não lembra de absolutamente nada. Não lembra de onde veio, seu nome, de como foi parar ali. Nada. Mas de uma coisa ele tinha certeza, ele não pertencia àquele lugar e precisa voltar para casa, onde quer que ficasse. Agora ele terá que se adaptar nesse mundo desconhecido e cheio de mistérios.

Em Enigma não existem sentimentos de ódio, raiva e tantos outros maléficos, todos os seus habitantes coexistem de maneira respeitosa e são movidos pelo amor. Johnny terá que se lembrar quem ele é para assim, descobrir o que o amor realmente pode fazer. Em meio a todos os segredos e criaturas que existem nesse mundo, descobrimos que os anciões de Enigma possui um proposito para Johnny, mas ele terá que recuperar sua memória para isso.




Bom, o livro é narrado em terceira pessoa o que é bom para termos noção da história no ponto de vista de vários personagens. A história é bem interessante, bem criativa e inovadora, mas o que mais me incomodou foi que tudo acontece bem rapidamente, a autora não entra em detalhes e em algumas partes seria bem mais interessante um pouco mais de detalhe.  Os personagens não são tão desenvolvidos, o que também me incomodou um pouco.

O que mais me chamou atenção foi fato de que a autora coloca problemas reais que vivenciamos no nosso dia a dia de uma forma sutil, mas ao mesmo tempo nos toca tão profundamente que nos faz perceber como tratamos o nosso mundo. Alguns desses problemas são o desmatamento, a extinção em grande escala e os desaparecimentos que realmente acontecem no Triângulo das Bermudas.

A narrativa é super leve e avançamos na leitura facilmente. Mas, também percebi alguns deslizes da autora quanto a perda de memória do personagem principal, um exemplo disso é que ele fala sobre seu mundo muito bem ao chegar em Enigma, mas como ele perdeu sua memória e não lembrava de onde veio, ficou meio confuso.

O livro é repleto de aventura, magia, fantasia e, como a leitura flui super bem, queremos logo saber o que bem a seguir. Uma coisa que percebemos ao longo do enredo é o crescimento de Johnny, que é bem interessante. Uma leitura recomendada para você que gosta de fantasia com um toque do mundo real.  E para você que se interessou pela história, é só clicar aqui para conhecer a página no facebook.


Avaliação:












                                                                                                                               Abraços,


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